Obrigado, obrigado, João. Na verdade, tem as dimensões do DN, saiu em página inteira (ou separata? Já não me lembro) no fim de 2003, em jeito de balanço. E que balanço! Fiquei muito enjoado, nada a fazer, falta-me a resistência das gentes das ilhas.
Obrigado, Maria, e sim, é mesmo infernal – acredite. No livro de que a Ana Sofia falou num poste em baixo, há uma citação de Woody Allen, algo como “O tempo é a forma que a natureza encontrou de evitar que tudo acontecesse em simultâneo”. O horror, o horror… :o)
Deixe lá o gelo, José Bandeira, agora no verão sabe bem… Acontece-me tantas vezes trocar a ordem das coisas mas, lá por isso, não fico preocupada. Agora, a despropósito, veio-me à ideia outra frase do Woody Allen – “Faço análise há trinta anos e a única frase inteligente que já ouvi do meu analista é a de que preciso de tratamento”.:))
Espero que não leve a mal a brincadeira. Tenho as dúvidas, as angústias todas do Woody Allen , só não tenho o seu talento:))
Uma verdadeira “máquina do tempo”, esta sua belíssima obra, não haja dúvida. E o mais curioso é que nos faz perceber de imediato, que a ‘coisa’ não mudou e as ‘moscas’ também são sempre as mesmas. As de sempre.
Vi este trabalho do JB a primeira vez há cerca de 4 ou 5 dias atrás e fiquei deslumbrada. Quer pelo trabalho, que é absolutamente espectacular, quer pela riqueza do detalhe, mas e também pela actualidade. Como bem sublinha o anterior comentador é impressionante como em 7 anos quase nada mudou. Belíssimo! Parabéns!
Ah, Teresa, roubaste-me o comentário! Ia dizer isso mesmo: não sabia que tínhamos um novo Bosch no Delito! Muito bom, muito bom. Aposto que foi neste cartoon que o velho se inspirou, ele nunca me enganou…
Tenho um pouco de pena de ter atirado o homem para o negócio dos berbequins, mas enfim, este é um mundo cão. :o| Muito obrigado a ambas, são muito gentis, eu não mereço.
Ai, o segredo da ausência de planos… Fantástico. Se fosse uma pintura roubava-lha. E não lhe punha moldura nenhuma, para não distrair do essencial. Era a tela e mais nada.
Ahahah 🙂 Bem metida… Não, claro que era com a tela armada! Não tenho nada contra quadros com molduras, mas por acaso gosto muito de os misturar com simples telas. E quanto mais gosto de uma, mais me apetece não lhe pôr mais nada senão a armação interna. Há-de experimentar, resulta.
Está o máximo. Em tamanho grande deve ser uma tentação pôr-lhe um caixilho.
Obrigado, obrigado, João. Na verdade, tem as dimensões do DN, saiu em página inteira (ou separata? Já não me lembro) no fim de 2003, em jeito de balanço. E que balanço! Fiquei muito enjoado, nada a fazer, falta-me a resistência das gentes das ilhas.
Quando quiseres passar cá uns dias (ou uma temporada), já sabes que tens casa. Para ti e para os teus.
Cuidado, João, cuidado que um dia ainda aceito. ;o)
Aproveita enquanto me deixam estar por aqui.
Não acredito sequer que te deixassem sair.
Reza por mim…
Parabéns, grande inspiração, José Bandeira. É tão deliciosa quanto infernal ou sou eu que estou a ter visões…:))
Obrigado, Maria, e sim, é mesmo infernal – acredite. No livro de que a Ana Sofia falou num poste em baixo, há uma citação de Woody Allen, algo como “O tempo é a forma que a natureza encontrou de evitar que tudo acontecesse em simultâneo”. O horror, o horror… :o)
O poste da Ana Sofia está *em cima* e não em baixo deste, naturalmente.
(/Note to self/: começar a pôr menos gelo no uísque.)
Deixe lá o gelo, José Bandeira, agora no verão sabe bem… Acontece-me tantas vezes trocar a ordem das coisas mas, lá por isso, não fico preocupada. Agora, a despropósito, veio-me à ideia outra frase do Woody Allen – “Faço análise há trinta anos e a única frase inteligente que já ouvi do meu analista é a de que preciso de tratamento”.:))
Espero que não leve a mal a brincadeira. Tenho as dúvidas, as angústias todas do Woody Allen , só não tenho o seu talento:))
Levar a mal porquê, Maria? Ora essa.
Quanto ao Woody Allen, também tenho as obras completas. ;o)
Uma verdadeira “máquina do tempo”, esta sua belíssima obra, não haja dúvida. E o mais curioso é que nos faz perceber de imediato, que a ‘coisa’ não mudou e as ‘moscas’ também são sempre as mesmas. As de sempre.
Obrigado, Luís. Foi exactamente o que pensei quando olhei para o boneco após todos estes anos. Talvez mudasse algumas caras; as moscas, não.
Vi este trabalho do JB a primeira vez há cerca de 4 ou 5 dias atrás e fiquei deslumbrada. Quer pelo trabalho, que é absolutamente espectacular, quer pela riqueza do detalhe, mas e também pela actualidade. Como bem sublinha o anterior comentador é impressionante como em 7 anos quase nada mudou. Belíssimo! Parabéns!
Mudei eu, Io, mudei eu, e não foi para melhor. :-O
Beijo e obrigado.
Gostei de ver, não conhecia. Muito bom.
:)))
Grato pela gentileza, mdsol. :o)
Hum… temos aqui um Hieronymus Bandeira 🙂
Ah, Teresa, roubaste-me o comentário! Ia dizer isso mesmo: não sabia que tínhamos um novo Bosch no Delito! Muito bom, muito bom. Aposto que foi neste cartoon que o velho se inspirou, ele nunca me enganou…
Tenho um pouco de pena de ter atirado o homem para o negócio dos berbequins, mas enfim, este é um mundo cão. :o| Muito obrigado a ambas, são muito gentis, eu não mereço.
Já que estamos numa de citações, aqui fica mais uma, que vem a propósito: “Bosch é brom!” (Alexandre O’ Neill)
Que não se limita a ilustrar a moralidade, Teresa e Ana. O Zé levanta o moral.
O mais que posso, João – umas três elevações, se o moral não for muito pesado. :o)
Um espectáculo. Mesmo!
(Oops… Registo desastradamente antecipado…)
Está espectacular. Mesmo!
É duplamente simpática, Sílvia, muito obrigado.
Ai, o segredo da ausência de planos… Fantástico. Se fosse uma pintura roubava-lha. E não lhe punha moldura nenhuma, para não distrair do essencial. Era a tela e mais nada.
Nem entretela? Dobrava-se toda.
Ahahah 🙂 Bem metida… Não, claro que era com a tela armada!
Não tenho nada contra quadros com molduras, mas por acaso gosto muito de os misturar com simples telas. E quanto mais gosto de uma, mais me apetece não lhe pôr mais nada senão a armação interna. Há-de experimentar, resulta.
Eu sei. Claro que resulta. Mas só em tela e não em todos os casos. E não me parece que esta Máquina do Tempo seja em tela…
:o)
Aïe! Isto está mau, deve ser do anti-ciclone, tss tss… Eu disse “se fosse uma pintura”.
Deixe lá. É do núcleo de baixas pressões. Eheh…
Muito obrigado, Chloé, mérito (ou demérito?) dos modelos. ;o)
Notável! “Ganda” Bandeira!
(nestas alturas não me contenho nos pontos de exclamação)
Caro Sérgio, obrigado, é muita gentileza. Mas que pontos de exclamação?????
;o)