Máquina do Tempo


Bandeira,

José Bandeira
(In DN, Dezembro 2003)

36 comentários em “Máquina do Tempo”

    1. Obrigado, obrigado, João. Na verdade, tem as dimensões do DN, saiu em página inteira (ou separata? Já não me lembro) no fim de 2003, em jeito de balanço. E que balanço! Fiquei muito enjoado, nada a fazer, falta-me a resistência das gentes das ilhas.

  1. Parabéns, grande inspiração, José Bandeira. É tão deliciosa quanto infernal ou sou eu que estou a ter visões…:))

    1. Obrigado, Maria, e sim, é mesmo infernal – acredite. No livro de que a Ana Sofia falou num poste em baixo, há uma citação de Woody Allen, algo como “O tempo é a forma que a natureza encontrou de evitar que tudo acontecesse em simultâneo”. O horror, o horror… :o)

      1. Deixe lá o gelo, José Bandeira, agora no verão sabe bem… Acontece-me tantas vezes trocar a ordem das coisas mas, lá por isso, não fico preocupada. Agora, a despropósito, veio-me à ideia outra frase do Woody Allen – “Faço análise há trinta anos e a única frase inteligente que já ouvi do meu analista é a de que preciso de tratamento”.:))

        Espero que não leve a mal a brincadeira. Tenho as dúvidas, as angústias todas do Woody Allen , só não tenho o seu talento:))

  2. Uma verdadeira “máquina do tempo”, esta sua belíssima obra, não haja dúvida. E o mais curioso é que nos faz perceber de imediato, que a ‘coisa’ não mudou e as ‘moscas’ também são sempre as mesmas. As de sempre.

  3. Vi este trabalho do JB a primeira vez há cerca de 4 ou 5 dias atrás e fiquei deslumbrada. Quer pelo trabalho, que é absolutamente espectacular, quer pela riqueza do detalhe, mas e também pela actualidade. Como bem sublinha o anterior comentador é impressionante como em 7 anos quase nada mudou. Belíssimo! Parabéns!

    1. Ah, Teresa, roubaste-me o comentário! Ia dizer isso mesmo: não sabia que tínhamos um novo Bosch no Delito! Muito bom, muito bom. Aposto que foi neste cartoon que o velho se inspirou, ele nunca me enganou…

      1. Tenho um pouco de pena de ter atirado o homem para o negócio dos berbequins, mas enfim, este é um mundo cão. :o| Muito obrigado a ambas, são muito gentis, eu não mereço.

  4. Ai, o segredo da ausência de planos… Fantástico. Se fosse uma pintura roubava-lha. E não lhe punha moldura nenhuma, para não distrair do essencial. Era a tela e mais nada.

      1. Ahahah 🙂 Bem metida… Não, claro que era com a tela armada!
        Não tenho nada contra quadros com molduras, mas por acaso gosto muito de os misturar com simples telas. E quanto mais gosto de uma, mais me apetece não lhe pôr mais nada senão a armação interna. Há-de experimentar, resulta.

          1. Aïe! Isto está mau, deve ser do anti-ciclone, tss tss… Eu disse “se fosse uma pintura”.

  5. Notável! “Ganda” Bandeira!

    (nestas alturas não me contenho nos pontos de exclamação)

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