
O subtítulo é uma descrição exacta do que é este livro: «Através da filosofia (e de piadas!), explica-se a vida, a morte, a vida depois da morte e todos os entretantos». As piadas estão lá para controlar o ponteiro do nosso angustiómetro, porque «podem dizer uma coisa devastadora enquanto, ao mesmo tempo, dissipam a ansiedade». Sobre a pouca clareza de Heidegger, por exemplo, encontramos esta observação razoável: «a leitura integral da sua obra-prima, Ser e Tempo, [é] a aproximação existencial a uma experiência de quase-morte.» (p. 66).

E as piadas são mesmo muito, muito boas. :o)
🙂 Eu já me ri imenso e ainda estou a meio do livro. Fiquei no capítulo em que contam uma piada do W. Allen: «Não acredito na vida depois da morte, mas irei preparado com uma muda de roupa interior»…
Hum… Estás à espera que eu vá marcar-te falta no ‘post’ do jantar? Olha que eu vingo-me. Eheh…
ah!! João, eu andava a pensar no que ia escrever e, entretanto, esqueci-me!… já lá vou:)
Hum…
A comprar urgentemente, pelos vistos…
Tenho-o já na mesa dos livros a ler nos meses mais próximos. O problema é que há mais trinta livros nessa mesa.