16 comentários em “Mais vinte motivos para amar Portugal (XX)”
Foi assim que encontrei esta MARAVILHOSA Cidade da Horta, em Setembro de 2014. Quem me dera, poder lá voltar!…. https://books.apple.com/pt/book/faial/id1489855391
E pronto, acabou-se a papa doce (e por acaso até falámos aqui de alguns doces…). Esta segunda série correu-me melhor: só não conheço Penacova. Das primeiras vinte, nunca fui a Tavira, Chaves e Cacela-a-Velha. Gostei muito de dar esta voltinha a Portugal com o Pedro e todos os comentadores, que foram sendo cada vez menos, o que não admira com tanto problema que anda por aí. Resta-me agradecer 🙂 🌿🌼 Maria
É o efeito-cansaço que estas séries produzem, Maria. Conheço-o bem.
Esta, de qualquer modo, teve uma adesão acima da média – o que muito me satisfez. Agradeço também as suas sugestões e os seus contributos.
Como diz, é uma forma também de darmos uma pequena volta pelo nosso País. Tão caluniado, tão difamado, tão maltratado, mas apesar de tudo tão generoso e tão belo nas suas diversas facetas, que perduram muito para além do ciclo vital de cada um de nós.
Também lhe agradeço, Pedro Correia, o ter proporcionado estas duas voltas ao nosso belíssimo Portugal. Pela minha parte, e por um lado, foi mais uma oportunidade para eu poder recordar alguns dos lugares onde já tive a felicidade e a oportunidade de ter ido. Por outro, foi possível conhecer um pouco outros sítios, onde ainda não estive, através das leituras dos diversos comentários. Muito obrigado.
Enquanto continuarem a negar o trabalho ao cidadão em Portugal, onde até para empregado de balcão se entra por cunha, ninguém vai amar o que quer que seja.
Boa tarde Pedro Correia. Pela minha parte não há cansaço, mas leituras e as viagens para cima e para baixo (outra vez na aldeia) e afazeres vários incluindo netos, deu que não disse nada em algumas das maravilhas. Quanto à Horta e ao Faial, conheço muito bem. Por razões profissionais estive na Horta por exemplo de 10 de Dezembro de 2005 a 6 de Janeiro de 2006 (Natal e Ano Novo inclusive) e, depois, vários dias todos os seguintes meses até Junho 2006. É uma belíssima cidade. Ainda há dias publiquei no meu blogue uma fotografia do Pico tirada da Horta, fotografia gentilmente recebida de um bom amigo nos Açores. Saúde. António Cabral
Ficaram de fora, salvo minha de desatenção, as Furnas (e não pelo mais óbvio, muito interessante que seja, por mim) e, com elas, o Pico do Ferro. Disputam, para mim, o lugar cimeiro com o “poema geológico”, esse “excesso da Natureza”.
É capaz de ser a saudade a falar, além de que uma lista como esta é forçosamente subjectiva. E finita.
É verdade que as Furnas ficaram a faltar mas, se fôssemos a pô-las, também não poderíamos deixar de por esse outro acidente geológico que são as quedas, de 200 ou 300 metros de altura, da Ribeira Grande sobre a Fajã Grande nas Flores. São a paisagem mais arrasadora (para usar um termo querido a André Ventura) que eu conheço em Portugal.
Respondo? Não respondo? Não respondo! (Para quê? Nunca nos vamos entender…). Maria
Sou suspeito, porque amo a Horta desde criança, aqui trabalho e todos os dias acho linda esta pequena grande cidade. Fico babado por a ver aqui nesta lista.
Foi assim que encontrei esta MARAVILHOSA Cidade da Horta, em Setembro de 2014. d1489855391
Quem me dera, poder lá voltar!….
https://books.apple.com/pt/book/faial/i
Tenho também muita vontade de lá voltar, sobretudo depois de ter relido “Mau Tempo no Canal”, um dos livros da minha vida.
Coisa mais linda. Amo!
É uma pequena jóia portuguesa – e mundial. Que, infelizmente, muitos portugueses ainda desconhecem.
E pronto, acabou-se a papa doce (e por acaso até falámos aqui de alguns doces…).
Esta segunda série correu-me melhor: só não conheço Penacova.
Das primeiras vinte, nunca fui a Tavira, Chaves e Cacela-a-Velha.
Gostei muito de dar esta voltinha a Portugal com o Pedro e todos os comentadores, que foram sendo cada vez menos, o que não admira com tanto problema que anda por aí.
Resta-me agradecer 🙂
🌿🌼
Maria
É o efeito-cansaço que estas séries produzem, Maria. Conheço-o bem.
Esta, de qualquer modo, teve uma adesão acima da média – o que muito me satisfez.
Agradeço também as suas sugestões e os seus contributos.
Como diz, é uma forma também de darmos uma pequena volta pelo nosso País. Tão caluniado, tão difamado, tão maltratado, mas apesar de tudo tão generoso e tão belo nas suas diversas facetas, que perduram muito para além do ciclo vital de cada um de nós.
Também lhe agradeço, Pedro Correia, o ter proporcionado estas duas voltas ao nosso belíssimo Portugal.
Pela minha parte, e por um lado, foi mais uma oportunidade para eu poder recordar alguns dos lugares onde já tive a felicidade e a oportunidade de ter ido.
Por outro, foi possível conhecer um pouco outros sítios, onde ainda não estive, através das leituras dos diversos comentários.
Muito obrigado.
Enquanto continuarem a negar o trabalho ao cidadão em Portugal, onde até para empregado de balcão se entra por cunha, ninguém vai amar o que quer que seja.
Boa tarde Pedro Correia.
Pela minha parte não há cansaço, mas leituras e as viagens para cima e para baixo (outra vez na aldeia) e afazeres vários incluindo netos, deu que não disse nada em algumas das maravilhas. Quanto à Horta e ao Faial, conheço muito bem.
Por razões profissionais estive na Horta por exemplo de 10 de Dezembro de 2005 a 6 de Janeiro de 2006 (Natal e Ano Novo inclusive) e, depois, vários dias todos os seguintes meses até Junho 2006.
É uma belíssima cidade. Ainda há dias publiquei no meu blogue uma fotografia do Pico tirada da Horta, fotografia gentilmente recebida de um bom amigo nos Açores.
Saúde.
António Cabral
Ficaram de fora, salvo minha de desatenção, as Furnas (e não pelo mais óbvio, muito interessante que seja, por mim) e, com elas, o Pico do Ferro. Disputam, para mim, o lugar cimeiro com o “poema geológico”, esse “excesso da Natureza”.
É capaz de ser a saudade a falar, além de que uma lista como esta é forçosamente subjectiva. E finita.
Além disso, falta-me conhecer tanto…
Costa
É verdade que as Furnas ficaram a faltar mas, se fôssemos a pô-las, também não poderíamos deixar de por esse outro acidente geológico que são as quedas, de 200 ou 300 metros de altura, da Ribeira Grande sobre a Fajã Grande nas Flores. São a paisagem mais arrasadora (para usar um termo querido a André Ventura) que eu conheço em Portugal.
Se tivesse que eleger só uma paisagem de São Miguel, só e apenas uma, seria a Lagoa do Fogo.
🌿🌼
Maria
Eu falei das Flores e você retorque com São Miguel?!
Respondo?
Não respondo?
Não respondo!
(Para quê? Nunca nos vamos entender…).
Maria
Sou suspeito, porque amo a Horta desde criança, aqui trabalho e todos os dias acho linda esta pequena grande cidade. Fico babado por a ver aqui nesta lista.
Belíssima cidade. Creio, sinceramente, que com ela esta série fecha com chave de ouro.