Depois de parida a inenarrável Cartilha Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital, o komissar Josef Magalhães faz agora pontaria à Lei da Imprensa que os socialistas consideram “pouco adaptada à transição digital”. “Mãos à obra, a inércia é que não queremos”, instou o komissar Josef.
Isto está bonito, está…

Estou tranquilo. Tivéssemos um governo de direita, a roçar o fachismo, aí sim seria preocupante
Valha-nos o Querido e Respeitado Supremo Comandante Costa.
Alles klar, Herr Komissar
https://www.youtube.com/watch?v=8-bgiiT xhzM
Mãos à obra, se descair para os intestículos cortam-se pela raiz.
Será também por isso que as ceifeiras são tão presentes nas imagéticas comunistas?
Detesto a tal Lei. PrDHSN8b_I/AAAAAAABICk/u0-m3FAhdBgILXNVq FW_HDa-TlqF23-gwCLcBGAsYHQ/s530/il.jpg
Mas atenção, quem exagera cai no ridículo e banaliza conceitos que não deviam ser banalizados. Os cidadãos de direita (incluindo autores de muitos textos neste blogue), na ânsia de quererem criticar (já não é criticar, é falar mal) o Governo acabam por fazer pior que Rui Rio. Porque é que as pessoas inteligentes de direita se calam (quase todas)? Assim não vamos lá.
Eis um exemplo lapidar:
https://1.bp.blogspot.com/-o3pCya4caPo/Y
É para rir.
Criticar algo é falar mal desse algo. Caso contrário, seria um elogio.
O engraçadismo, o piadismo e o chalacismo são ferramentas omnipresentes no debate político que, se usadas sem ponderação, facilmente levam ao eclipse da própria mensagem. Custa-me a perceber como formas de vida razoavelmente inteligentes, que existem na IL, não percebem isso – principalmente sabendo que a latitude permitida não é igual para ambos os lados do espectro.
Exagero? O que é que está escrito que é falso?
E o que é que julga que vai acontecer?
Realmente, Portugal está cada vez mais perto de ser a Venezuela da Europa, mas a carneirada gosta. Se fosse de direita havia problema, como é de esquerda está tudo bem, podem limitar a liberdade de opinião que não tem mal. Portugal sofre de um grande analfabetismo político, abundando pessoas fanatizadas ideologicamente que não estão minimamente preparadas para votar. ogspot.com/2021/07/carta-portuguesa-de-d ireitos-humanos-na.html
Cfr. https://cristianismosociedadepolitica.bl
“Portugal está cada vez mais perto de ser a Venezuela da Europa, mas a carneirada gosta.”
Não exagere nem chame nomes feios. É preferível ser mais racional, chamar nomes aos que têm opinião diferente é sempre fácil. Mas pouco adianta.
“abundando pessoas fanatizadas ideologicamente que não estão minimamente preparadas para votar.” Isto dizia o Marcelo Caetano (sou desse tempo) mas estava completamente enganado. Quase 50 anos depois ainda há quem repita o erro!
E todavia… Por cá parece haver um gosto muito pronunciado por estado e mais estado: bom ou mau, desde que estado e mais estado. Isso é coisa clara, como a reiterada opção do Soberano, seja em resultados eleitorais seja em dados de sondagens, vai demonstrando. Se tomarmos “carneirada” como uma vasta parte da população que prefere não se dar excessivamente ao incómodo de pensar e agir responsavelmente, aceitando passivamente o que vier “de cima”, bom ou mau, por troca da mediocridade de uma existência assegurada e baseada em subsídios, ajudas, progressões por mera antiguidade, avaliações uniformemente pelos valores máximos, abonos e afins, então teremos (temos) por cá um extenso rebanho.
Quanto a M. Caetano, há um breve livrinho – As desventuras da razão – que, no caso, talvez mereça a pena ler.
A alfabetização do povo ainda é recente. Há um século, dois terços da população era analfabeta. Hoje, ainda não livre dessa memória, o eleitorado continua a olhar para o Estado tal como os bisavós, lavradores e pescadores que não sabiam ler ou escrever, olhavam para a repartição pública da aldeia: um emprego onde os filhos podiam ter uma vida menos sacrificada.
Eu penso que o problema não é a abundância do fanatismo ideológico: a maioria do eleitorado não tem uma verdadeira ideologia. Creio que o problema essencial é termos um eleitorado que, apesar de já minoritariamente rural, ainda não se libertou da herança psicológica do português lavrador/pescador e analfabeto de há um século que olhava para um posto numa repartição pública como o sonho para os filhos.
Como não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe, um dia estas leis feitas pelos DDT’s poderão virar-se contra eles.
O Robespierre também achava graça em usar uma certa geringonça
Roménia, Iraque e o amigo Bin Laden não estão assim tão longe da memória.
O Paulo ainda é jovem e, por isso, optimista. Já eu sou um velho cínico. Acredita que com o apossar de todos os órgãos de poder e decisão pelo PS costista, a cumplicidade de quase todos aqueles que o deviam escrutinar, a conivência de uma União Europeia que fecha os olhos à chico-espertice por medo de perder o euro, e a indiferença dos governados que só querem continuar a viver neste Matrix alimentado com impostos, fundos europeus e dinheiro fácil do turismo, será possível o regime cair sob o edifício de conivências que está a construir num espaço de tempo razoável – digamos uma geração?
Não lhe sei responder, João.
Se a UE se escangalha, o nosso regime irá logo atrás.
Se a UE se reforma, o que será sempre melhor do que escangalhar-se, o impacto dependerá da ambição da reforma. São muitos os equilíbrios que se foram estabelecendo e ninguém tem coragem ou força para correr tal risco.
Estamos um bocado como naquela história do sapo dentro da panela que vai aquecendo lentamente.