Eterno retorno – 4


Paulo Sousa,

Série “Eterno Retorno”

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Selo comemorativo das Olimpíadas de 1968 no México
Emitido pelo Emirado de Ajman, que após 1971 passou a pertencer aos E.A.U.
O carimbo visível no canto superior esquerdo é de 1972.

Estando a esta hora a iniciar-se a cerimónia de abertura das Olimpíadas de 2020, com um ano de atraso devido à pandemia, publicarei alguns selos alusivos a este evento. Este faz parte de uma serie de três, e são os mais antigos selos alusivos a olimpíadas que tenho.

15 comentários em “Eterno retorno – 4”

  1. Tinha fascínio pelos selos da Hungria, Cuba, urss, pelos incríveis desenhos, comparados com os nossos tão básicos. A Mongólia tinha selos incríveis com motivos de animais.
    Esse selo é 5*

      1. A propósito do picotado, julgo estar a referir-se à serrilha, actualmente a nossa serrilha é única em todo o mundo. E afinal para que é necessária a serrilha? Evidentemente que é para separar os selos para serem utilizados, anteriormente usava-se uma tesoura para os separar conforme se iam vendendo. Os selos têm um valor fiduciário como o dinheiro, não podem ser inutilizados se saírem com defeitos, têm de circular mesmo assim. No início do século XX houve uma greve dos operários tipógrafos da Casa da Moeda, mas fizerem muitas folhas de selos para vender utilizando uma máquina de costura para fazer o picotado/serrilha. A emissão foi em tão grande número que esses selos, chamados de serrilha de máquina de costura, não tem muito valor filatélico por causa disso.

          1. Um coleccionador “a sério ” tem mais que um exemplar, conforme o serrilhado, imagem centrada, tonalidades.
            Há quem se especialize num número reduzido de colecções e se dedique exclusivamente a procurar espécies diferentes do mesmo selo.
            Outros coleccionam exclusivamente blocos. Há doidos para tudo 🙂

    1. urss em letra pequena, como escreveria Birmânia que também mudou de nome?
      Mas, vamos a selos. A maior parte desses selos muito bonitos, de grandes dimensões para selos correntes, são selos de colecção não utlizados como franquia postal e com pouco valor filatélico.

      1. Sempre que as tarifas postais subiam, um tio meu pedia nos correios os selos do valor mais baixo possível para forrar todo o envelope com eles. Era a forma que escolhia para reclamar.

        1. Esse hábito do tio é recente, recente de trinta anos mais ano menos ano.
          Os selos da série “Cavaleiro Medieval” estiveram 50 nos em circulação e o de 1$00 foi milhares de vezes emitido ao ponto de não se conseguir ir apurando a cor primitiva e existirem uma dezena de tonalidades de castanho.
          A forma de protesto contra o aumento dos preços pode ser feita dessa forma, mas como tudo é conforme quem manda aumentar os preços: pagar o aumento das portagens da Ponte, no tempo do Cavaco, com moedas de centavos (um saco delas) era uma forma de protesto mas quem sofria era o portageiro e o automobilista que esperava atrás.
          Tenho um envelope tipo saco enviado de S. Tomé e Príncipe-Lisboa, nos anos 60, com 22 selos, à frente e atrás, para completar o valor da franquia. 22 selos !!

      2. Peço imensa desculpa pelo meu telemóvel não ter alterado automaticamente o nome da urss e eu ter falhado revisão do texto antes de o enviar.
        Como escreveria Birmânia? Como diria o sg. Cantrell, correctamente. Por exemplo, se escrevesse um sinónimo de usados, escreveria utilizados e não utlizados.
        Vamos a selos. Esses selos grandes e bonitos são isso mesmo, selos grandes e bonitos. Como (ex) coleccionador amador, estava orientado para as coisas bonitas, e não às valiosas.

          1. Quem colecciona selos a pensar em dinheiro, em lucro, em centenas ou milhares de euros, é negociante. Não é coleccionador.
            O valor de uma colecção é estimativo, acima de tudo. Subjectivo em toda a linha. Não traduzível em cifrões ou tabelas aritméticas.

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