Foi a primeira capital espanhola no Novo Mundo, foi aqui que Colombo estabeleceu a sua primeira residência nas Antilhas e tem um centro histórico de valor inestimável, cuidadosamente preservado. É património mundial da Humanidade, declarado pela Unesco, e sem favor algum. Muita gente ignora esta dimensão cultural da República Dominicana, que é muito mais do que um destino de sol e mar. Junot Díaz, um escritor de origem dominicana, tem um romance muito interessante intitulado ‘A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao’, prémio Pulitzer 2008 e editado em Portugal pela Porto Editora.
Ignorante me confesso. 🙂 Sabia que foi a primeira capital espanhola do Novo Mundo, mas não sabia que era património mundial da humanidade. Mesmo assim mantenho as minhas reservas. Será possível fazer uma visita demorada e apreciar o património, sem ser importunada pelo tipo de turismo desrespeitoso que por lá se faz? De qualquer forma, aceito a dica do romance. 🙂
O romance é francamente recomendável, Helena. Quanto ao turismo, não verifiquei nada desrespeitoso. Pelo contrário, andei por onde quis e ninguém me chateou com coisa nenhuma. Só senti desconforto quando aludia a uma possível deslocação ao vizinho Haiti, que não cheguei a fazer. É óbvio que os dominicanos não gostam dos haitianos (e a inversa, provavelmente, também é verdadeira).
Praias à parte, a capital dominicana bem merece uma visita demorada, Leonor. Merece, a vários títulos, a prestigiada distinção que lhe foi concedida pela Unesco.
A sério? Santo Domingo? Porquê?
Foi a primeira capital espanhola no Novo Mundo, foi aqui que Colombo estabeleceu a sua primeira residência nas Antilhas e tem um centro histórico de valor inestimável, cuidadosamente preservado. É património mundial da Humanidade, declarado pela Unesco, e sem favor algum. Muita gente ignora esta dimensão cultural da República Dominicana, que é muito mais do que um destino de sol e mar.
Junot Díaz, um escritor de origem dominicana, tem um romance muito interessante intitulado ‘A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao’, prémio Pulitzer 2008 e editado em Portugal pela Porto Editora.
Ignorante me confesso. 🙂 Sabia que foi a primeira capital espanhola do Novo Mundo, mas não sabia que era património mundial da humanidade.
Mesmo assim mantenho as minhas reservas. Será possível fazer uma visita demorada e apreciar o património, sem ser importunada pelo tipo de turismo desrespeitoso que por lá se faz?
De qualquer forma, aceito a dica do romance. 🙂
O romance é francamente recomendável, Helena. Quanto ao turismo, não verifiquei nada desrespeitoso. Pelo contrário, andei por onde quis e ninguém me chateou com coisa nenhuma. Só senti desconforto quando aludia a uma possível deslocação ao vizinho Haiti, que não cheguei a fazer. É óbvio que os dominicanos não gostam dos haitianos (e a inversa, provavelmente, também é verdadeira).
Não conheço a República Dominicana, muito por achar, como referes, que é só sol e praia. Continua a ser um destino que não me atrai muito.
Praias à parte, a capital dominicana bem merece uma visita demorada, Leonor. Merece, a vários títulos, a prestigiada distinção que lhe foi concedida pela Unesco.