19 comentários em “Mais cem escritores indispensáveis (1)”
Não li este escritor (ainda), mas tinha, de certeza, uns olhos extraordinários. Citando Ana Luísa Amaral, não podemos deixar de reparar “na cor da sua íris internacional”. Bom dia
Nunca tinha reparado nesse pormenor. Há mesmo diferenças de olhares, femininos e masculinos, sobre pessoas, paisagens e objectos. Não tem mal nenhum, esta diferença. Pelo contrário.
Oliveira,Carlos e Poeta,enquanto serviu politicamente traziam-no nas palminhas. Morreu,há quanto? Deixou de servir.A uns e a outros.Démodé,rótulo antigo. Até a edição que usei é uma desgraça…e em saldos.
Carlos de Oliveira tem vindo a ser reeditado regularmente. Ainda há pouco saiu ‘Alcateia’ (1944), em nova edição. ‘Uma Abelha na Chuva’ nunca falta nas livrarias. A poesia dele, desconheço se tem merecido edições actualizadas.
Pode, não é fácil mas pode; não se pode é viver sem amar. Cito Camus: “Il y a seulement de la malchance à n’être pas aimé; il y a du malheur à ne point aimer.” Interessante série! Maria 🙂
Não li este escritor (ainda), mas tinha, de certeza, uns olhos extraordinários. Citando Ana Luísa Amaral, não podemos deixar de reparar “na cor da sua íris internacional”.
Bom dia
Nunca tinha reparado nesse pormenor. Há mesmo diferenças de olhares, femininos e masculinos, sobre pessoas, paisagens e objectos. Não tem mal nenhum, esta diferença. Pelo contrário.
LOL
Nem amor nem ardor
Nem bacharelato nem anonimato
Grande começo de série: Debaixo do Vulcão é um dos livros da minha vida.
Também da minha. Esta é uma frase-chave desse genial e demencial romance.
Carlos de Oliveira,poema sobre Malcolm Lowry.
Não conheço (ou não me recordo) desse poema de Carlos de Oliveira.
1998,3ªEd. Sá da Costa,Trabalho Poético,pag.241.”Debaixo do Vulcão”.
Grato. (Gostei desse pseudónimo.)
Malcolm Lowry:
vivo mal como Lowry,
bebo bem como Malcolm,
como mal como Malcolm come:
álcool Malcolm,
alcoolm,
ó alcolmalcolm,
…
O poema continua, será que o Oliveira estava a fazer uma homenagem ou uma descrição fiel?
As duas coisas, creio.
BAJO EL VOLCAN O LA VIDA VISTA DESDE EL FONDO DE UNA BOTELLA DE MESCAL
Isso. Bebe-se imenso mescal neste romance. Aquele calor mexicano deve fazer muita sede.
Oliveira,Carlos e Poeta,enquanto serviu politicamente traziam-no nas palminhas.
Morreu,há quanto? Deixou de servir.A uns e a outros.Démodé,rótulo antigo.
Até a edição que usei é uma desgraça…e em saldos.
Carlos de Oliveira tem vindo a ser reeditado regularmente. Ainda há pouco saiu ‘Alcateia’ (1944), em nova edição. ‘Uma Abelha na Chuva’ nunca falta nas livrarias.
A poesia dele, desconheço se tem merecido edições actualizadas.
Pode, não é fácil mas pode; não se pode é viver sem amar.
Cito Camus:
“Il y a seulement de la malchance à n’être pas aimé; il y a du malheur à ne point aimer.”
Interessante série!
Maria 🙂