Madre superiora e a castidade sanitária


Pedro Correia,

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Um país inteiro fechado, a nível nacional, por ali ter sido detectado um só caso do novo coronavírus em seis meses. Eis a Nova Zelândia actual – espécie de cruzamento do Admirável Mundo Novo de Huxley com o domínio do Rei Ubu. Hoje coutada da senhora Jacinda Ardern, que as bempensâncias de turno tanto enaltecem pela suposta visão estratégica e pela presumível estatura de estadista. 

Parece decisão de madre superiora. Como uma noviça pecou, Madre Jacinda – suprema guardiã da castidade sanitária – ordena que todas as freiras fiquem de castigo lá no convento.

Faça o que fizer, tem hossanas garantidos, Deus seja louvado por tão virtuosa senhora.

 

60 comentários em “Madre superiora e a castidade sanitária”

    1. Assim como os Açores, talvez. Que já têm quase toda a população vacinada e portanto não precisam de se fechar ao mundo. Enquanto a Nova Zelândia só vacinou cerca de 20% dos seus habitantes.

  1. Se há mulher admirável no mundo é esta senhora Jacinda Ardern e os seus tomates para impor estas medidas, que o nosso país bem precisava. A vadiagem de andar por aí a espreitar sabe-se lá o quê é horrivelmente constrangedor. Pobre Portugal cheio de cinderelas da vaidade até nas bombas da gasolina.

    Maria Rita

    1. Quando vieres ao pão à minha padaria levas cacete (os tomates são à escolha) e merda para comer.
      Fico ansioso pela visita.

      1. Nenhum padeiro digno tem um comentário tão reles e indecoroso como o seu. Sempre é tempo de mudar de profissão e de se fazer feliz…

        Maria Rita

        1. Sem duvida,pode sempre ingressar no quadro de camaradas efectivos do teu partido geringonçal gay zog xuxalista por ajuste directo,profissão digna e bem remunerada. Quanto a cinderelas cá na terreola,tás a pecisar d’okulos,aqui é mais cinderelos.Um abraço ao ca/maradão Malato!

          1. Sim senhor, temos aqui “Delito de Opinião” compreensivo e com poucas palavras.
            Até dá gosto e honrarias ao blogue.

          2. Ontem deve ter sido o dia nacional do cro- magnon, cada um mais rococó que o outro, sinal dos tempos que não estão extintos e que as mulheres têm que estar atentas.
            Não preciso de óculos para perceber que es amigo ou namorado do padeiro que gosta de farinha nas cuecas, mais um da matilha sem vergonha dos que odeiam mulheres.

            Maria Rita

          3. Oh ritinha, é verdade, eu descendo dos cro-magnons, mas não tenho culpa, não tive escolha nem fui tido em conta no assunto.
            Fico muito feliz e contente e alegre e satisfeito, e descansado, pois tu descendes das macacas, que contigo não há cá discriminações.
            Valente ritinha, força, vai-te a eles, não deixes o cacete abusar … nem relaxar e muito menos parar.

  2. Nova Zelândia um país onde se constroem prisões de alta segurança sem terem criminosos para elas e bunkers de topo… Para quem tudo isto?!

  3. Concordando com o Pedro Correia, faço notar três coisas:

    (1) Parece que os neozelandeses estão muito satisfeitos com a sua primeira-ministra, por acharem que ela tem lidado muito bem com a pandemia.

    (2) Na Austrália faz-se o mesmo que na Nova Zelândia, ou pior: lá, a polícia dá porrada a quem não obedece às ordens de confinar. Se critica a primeira-ministra neozelandesa, também deveria criticar o primeiro-ministroa australiano.

    (3) Na Nova Zelândia a taxa de vacinação é muito baixa. Se a epidemia se espalhasse por lá, provavelmente as consequências não seriam bonitas de ver.

    1. Na australia a bófia avia,não te preocupes Aqui tens os teus herois caceteiros terapeuticos brevemente a entrar em cena portanto tás safo! Agora vai lá prá taberna aviar o teu quinto copo 3 que o dia ainda é uma criança…

    2. Pandemia de quê? O vírus não foi isolado nem purificado, logo esta pandemia é de quê? Ainda não viu que o SARS-COV2 não foi isolado nem purificado e se não o foi, não há vírus e muito menos variantes!…

      1. Não sei de que é a pandemia, não possuo conhecimentos de biologia para isso. Mas de alguma coisa é, certamente, que provoca sintomas mais ou menos bem definidos e que tem um RNA identificável em testes. E, aparentemente, os vírus vêem-se ao microscópio.

        1. O SARS-COV2 não foi isolado nem purificado por ninguém, logo não há vírus. Que o vial da Pfizer já foi analisado e verificou-se boa dose de óxido de grafeno, altamente tóxico. Isto já é conhecido em todo o mundo. Veja o que provoca o óxido de grafeno e tire as suas conclusões… Tudo muito grave o que se está a passar e ninguém questiona nem se questiona, sobre algo a que chamam covid e com o qual se destroem economias e pessoas a troco de quê!? Testam-se vacinas experimentais em pessoas quando há medicamentos que curam, mas como o interesse é vacinar, esses medicamentos não podem estar disponiveis. Isto é deveras gravíssimo e ninguém se interessar pela verdade e embarcar em ser cobaia, é mau demais para ser verdade, mas é…

          1. Óxido de grafeno, mas só alguns sabem da coisa. Em Portugal parece que são todos ignorantes.
            Talvez uma visita ao site da Sinopeg (empresa chinesa) e a patente CN112220919A sobre “Nano coronavirus recombinant vaccine taking graphene oxide as carrier” possa lançar alguma luz no meio desta escuridão de ignorância.
            Mas se não foi notícia na TV, se não foi escrito no papel higiénico do sanitário público da despublicação, se o capitão iglo das vacinas não disse nada, nas mentes das ovelhas fica provado que não existe óxido de grafeno, Sinopeg e a patente CN112220919A. E mesmo que não ficasse provado, as ovelhas não pensam.

          2. Não dizem porque muito simplesmente é mentira, a não ser que as haja nas vacinas chinesas que nem sequer foram aprovadas pela EMA. Mas acho sempre um ironia do caraças ver os tipos que se referem às “ovelhas” e seguem afincadamente todas as mentiras que encontram à pressa para justificar as suas “convicções”. Já nem falo do “não isolaram o vírus” (oitocentas e tal mil vezes neão chega?).

      2. Ó pá, essa ainda é melhor que aquela ‘vou ao barbeiro fazer a barba’ e outro diz ‘fazer não, desfazer’ ou então ‘queria um café’ e o outro diz ‘queria? então já não quer?’ ou ainda ‘queria um copo de água’ e o outro diz ‘copos d´´agua não temos, só de vidro’.
        Pandemia não, nem sequer á vírus.

  4. A Nova Zelândia sempre à frente (do tempo). Ou porque no Parlamento se discute a gravata como símbolo da supremacia do homem branco, ou porque a Primeira-Ministra leva a filha bebé para a Assembleia da ONU ou fecha o país por causa de um caso de coronavírus.
    Há dois anos alguém me dizia que Jacinda Ardern representa a nova forma de fazer política e o nosso futuro. Calei-me entre o susto e o benefício da dúvida.

    1. A Isabel Paulos pensa como um homem politiqueiro português banal em vez de fazer vénias a esta mulher feminista, evoluída e a frente do seu tempo. Esta senhora da Nova Zelândia devia ser um exemplo para todas as mulheres!! Aprenda senhora Isabel Paulos!!!

      1. Fico à espera do seu elogio póstumo a Margaret Thatcher, para confirmar se a sua inflamada (de tão exclamativa) defesa da Primeira-Ministra neozelandesa é em benefício das mulheres ou de uma qualquer seita de bandeirinhas em voga. Não gosto de feminismos tontos, prefiro os que fazem sentido.

    2. a Primeira-Ministra leva a filha bebé para a Assembleia da ONU

      A diferença entre elas e outras políticas é que as outras também fazem filhos, mas entregam-nos a amas para elas tomarem conta deles e os educarem. Ela não, trata ela própria (com o marido) da filha.

      Não é como, por exemplo, a Ségolène Royal, que tem quatro filhos mas provavelmente nunca mudou os cueiros de nenhum deles. Só os fez.

      1. E portanto todas as mulheres/homens devem passar a levar os filhos para o trabalho.
        Se é esse exemplo na ONU a ser seguido há que estendê-lo aos bancos, aos tribunais, às salas de aula, aos blocos operatórios, às repartições públicas, etc. Fantástico!
        -Doutora, a pressão arterial do doente está a baixar… o doente vai morrer…
        – Agora não posso, estou a dar mama ao bébé!
        – A testemunha que responda imediatamente!
        – Agora não posso, estou a mudar a fralda ao bébé!
        – Comandante, iniciamos a descida para a aterragem?
        – Agora não posso, estou a dar o biberão ao bébé! Tome você conta disso.
        – Não posso, comandante, um dos gémeos está a vomitar.

        Estes romanos são loucos.

    3. a gravata como símbolo da supremacia do homem branco

      A mim a gravata parece-me basicamente um símbolo fálico, não um símbolo de supremacia do homem branco.

      É uma coisa comprida que se traz pendurada e que alarga na parte final, como um pénis. Na parte de cima tem um laçarote ou coisa do género, que faz lembrar uns testículos. E só é usada por homens, claro.

      Acho tão vergonhoso um homem andar de gravata como andar com o penduralho à mostra.

        1. E os sutiãs são um castigo para as mulheres? Mary Phelps Jacob para si tem significado ou as feministas que queimam em praça pública o sutiã, por considerar símbolo da opressão masculina sobre as mulheres é que faz sentido?

          1. queimam em praça pública o sutiã, por considerar símbolo da opressão masculina

            Disparate. O sutiã é para segurar o peito, não é símbolo de coisa nenhuma.

          2. O que não falta para aí é mulheres negacionistas armadas em Sandokan sem cuecas nem soutien.

      1. Balios com Vacinação completa…eis o resultado! E os malditos negacionistas a dizerem que aquela trampa não faz efeito…

      2. Pois, calhando você não é do tempo em que nenhum homem e até os rapazes empregados em serviços ou comércio eram obrigados a usar gravata. Veja fotografias da época até aos anos 70 e não vê homem sem gravata, como anteriormente não via sem chapéu na cabeça.
        Não confundir hábitos com qualquer outra treta, as gravatas evoluíram das curtas como lenços atados ao pescoço para, conforme foram “abrindo” os casacos, se tornaram mais compridas.
        No meu caso, o hábito era de tal forma que não usando gravata constipava-me.
        Machismo, só por ser do uso masculino embora algumas mulheres gostam de andar engravatadas. Mas esta Jacinta Ardern nem sequer pensa nessa importantíssima questão

  5. Isto da jacinta e toda a sua familia e circundantes serem todos Zog e xuxas é pura coincidencia.
    Ass:Basilio xuxalhão vira casacas das hortas de Sintra

  6. Era o que já devíamos ter feito para evitar esta bandalheira.
    Com um vírus fechar o país.
    Com dois vírus fechar o continente.
    Com três vírus fechar o mundo e proibir as viagens interplanetarias. Não vá a variante Delta chegar a Marte e provocar o caos nas urgências do Universo.

  7. Resta saber se o símbolo da supremacia do homem preto dá para levar para o escritório. Como em princípio vai ser uma picha cruzada com uma catana, tenho algumas dúvidas.

  8. Só para informar de que tenho uma enorme gravata
    Mulheres que não gostam de gravatas são lesbianicas.
    A PM da Nova Zelândia tem um grande par de kiwis.

  9. Hoje em dia há mulheres para todos os gostos. Elas estão em tudo. É em casa, na politica, no desporto, na polícia, no exército, na marinha, na aviação, em tudo que mexe. E devem ser competentes, so que há artes em quer deviam estar na retaguarda .No exército por exemplo e fico-me por aqui.

    1. Se o anónimo é do exercito então lembra-se da Madame Robbialac no princípio da década de 90. Como eu o percebo!!

    2. Não se fique, diga também na Marinha e na Força Aérea e não estamos em guerra.
      E na PSP e na GNR e na CARRIS e na CP, que chatice copiam tudo o que se faz lá fora.

    1. Nunca se diga nunca. Jamais pensei que um país democrático, como a Nova Zelândia ainda é, poderia fechar numa circunstância destas.
      Encerrar um país devido a um caso de coronavírus em seis meses é comportamento digno de Estados totalitários, nunca de sociedades abertas.

  10. Quem não quer saber, ou melhor ‘quero lá saber’ se nos outros países também há os sem abrigo a dormir na rua, vem agora meter-se com a Ardern da Nova Zelândia que acabou com a coutada do Partido Nacional há doze anos a governar. É uma chatice haver copianços de geringonças, com a agravante de meter medo com a treta da pandemia covid.

  11. Pedro, se falamos de castidade sanitária, no Canadá levaram a coisa mesmo à letra. Em Setembro do ano passado: “A responsável pelo combate à pandemia de covid-19 no Canadá sugeriu aos canadianos que deixassem de lado os beijos quando mantivessem relações sexuais e que optassem por usar máscara durante esse momento. E rematou dizendo que em termos de pandemia, a relação sexual a uma pessoa é mesmo a melhor opção.”

    1. O estado da governância no Canadá é de bradar aos céus.
      Mas os media extra-nacionais tudo fazem para ignorar a situação…

    2. Fabuloso! Faz lembrar aquela citação atribuida a Woody Allen, que reza mais ou menos assim: “masturbação é fazer amor com quem mais amamos”.
      O homem ainda acabará guru da luta contra o Covid-19…

  12. A estratégia seguida pelos kiwis deu, de facto, resultado. Até agora. Porque a variante Delta pode ser a brecha na parede da barragem que deita tudo a perder. Lembre-se que a taxa de vacinação lá ronda os 20 por cento. Mais um caso de estudo a seguir.

    1. Bestial. Mais vale manter a malta toda enfiada em casa do que vacinar. O doutor Costa, aqui, devia beber a sabedoria da colega neozelandesa e mandar as vacinas às malvas.

  13. Nova Zelândia: 3016 casos, 26 mortes.
    Portugal: mais de um milhão de casos, 17639 mortes.
    Oxalá fôssemos governados por essa grande Mulher, pois o nosso governo tresanda a incompetência (não que um governo PSD fizesse melhor).

    1. 1. As circunstâncias geográficas não são comparáveis.
      2. Os riscos da opção feita pela NZ estão actualmente em evidência: não estão a conseguir travar o surto em curso.

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