Com que então o Machete está balelas, não é… Ah e tal que já não assa quantas espeta, arrasta as botas e caladinho é que era uma casa cheia? Pois vai-se a ver e não. Que também é para isto que existem os jornais de referência. Para nos dar a basezinha. De acordo aqui com este doutor (não se deixem enganar pelo olhar mortiço), as afirmações de Machete fazem parte de um plano magistral que visa, de forma deliberada, chamar a atenção de Passos Coelho. Ou mesmo derrubá-lo, em conluio com Belém, dependendo do parágrafo que estiverem a ler. Imagino que era isso ou vestir-se de lantejoulas, cores garridas e ceroulas pelo joelho (isto, claro, se nos ativermos ao parágrafo de acordo com o qual a intenção era chamar a atenção). Vejamos, que não há nada que consiga reproduzir a luminosidade do raciocínio espelhado nas palavras do próprio escriba:
Foi este comentário de Rui Machete um acidente, um lapso, um flop comunicacional? Não creio: julgo que foi intencional. Rui Machete com a sua experiência, com o seu descomprometimento, quis chamar a atenção a Passos Coelho. Machete, inteligente como é, pensou muito bem nas consequências políticas das suas declarações. Passos Coelho está muito arrependido de o aceitar, a pedido de Cavaco Silva, no seu Governo.
Vai-se a ver e quando Machete pediu desculpa a Angola o que pretendia era desestabilizar Moçambique. E o certo é que passaram uns dias e foi o que se viu. E quando se esqueceu da coisa das acções queria, ai o sacana que agora é que o topo, desencadear uma guerra pela sucessão no Grupo Espírito Santo. Pois aí a temos. Ou não? Confessem lá que não tinham pensado nisto, hã? Ah pois é. E quando pararem de rir, ainda vem o melhor. Temos não um texto isolado, fruto de uma inspiração momentânea, mas uma saga. Está prometido que amanhã a ideia de base será retomada, confrontando-a com as posições do Tribunal Constitucional e do Presidente da República. Nem mais, nem menos. Esperemos que o facto de a tese da intencionalidade de Machete ser razoavelmente incoerente com o resto do texto não faça esmorecer este esforço titânico de esclarecimento da opinião pública. É que, para além de lançar luz sobre as intenções de Machete, ainda há neste mundo de Deus outras muitas questões carecidas de explicação. Ou também vos passou despercebida a questão das pizzas? Pois, pois. Quer dizer então que nunca desconfiaram de nada mesmo sabendo que esta é transportada em caixas rectangulares, tem a forma de uma circunferência e é cortada em porções triangulares? Desculpem, mas não passam de uns meninos.

É militante do PSD, não é? Pelo que percebi enquadra-se na gigantesca falange oposicionista a PPC! O problema é a realidade, ela não se molda pelos seus desejos, nem se conquista por textos e divagações mediáticas. É na coragem, no trabalho, no contacto com as bases e oferecendo “bombons” que se conquista um partido. Enfim, uma elite que gira em torno dos círculos mediáticos e culturais lisboetas, e pensa que o país são «eles».
Enfim, tentam enquadrar todos os acontecimentos na sua linha de pensamento e só dão calinadas: «Eu já não falo do risco da reacção dos mercados e a possível subida da taxa de juros da dívida pública nacional que pode aumentar em resultado das declarações de Rui Machete».
Viu-se! Se há coisa que move os ditos mercados é aquilo que o Machete diz, ui, ui. Patetice.
Não tenho a certeza, Miguel. Temos de admitir a possibilidade de ser só tonto.
A pedido de Cavaco, inteligente como é, Rui Machete fez um enorme frete a António José Seguro.
Estou com uns nervos que nem calcula à espera que saia o texto prometido para hoje.
Como é que o rapaz enviava o “linguado” sem nele repetir o conteúdo dos outros?
O Eça confessava que “uma vez dei uma tunda no bei de Tunes”,estava deseperado.Lembra-se da “revolução dos pregos”, pregada na imprensa da época contra Ângelo Correia? Foi um “achado” do cronista.
Caneco. A revolução dos pregos… Confesso que já não me lembrava dessa.
Mal posso esperar pela posição do Presidente da República e do Tribunal Constitucional para saber o que o doutor vai tirar da cartola… Enquanto isso fico a pensar nas pizzas
Tenho as unhas todas roidinhas e até agora, nada.
o rui esteve perto do cerne da questão, falhou por pouco. sei de fonte segura, neste cso é mesmo só um sdjectivo, que toda a acção e palavreado de rui machete resulta de um plano para desviar a atenção da nomeação de duarte gomes para o derby da taça. estava previsto há muito tempo. quando precisarem de ajuda para resolver estes mistérios podem contar sempre comigo, a minha ajuda é graciosa.
Graciosa e preciosa, Jorge. Há muitas pontas perdidas no universo à espera de serem unidas.
A esta saga já não se chama incompetencia, mas destabilizar para reinar. Sim porquê o Sr. Machete voltar ao fim de tantos anos a dar nas vistas, ainda por cima da maneira mais desastrada para o nosso País e para nós todos? Porque é um “barão do PSD”? E o Sr. Presidente da República, porque parece estar, ou está de acordo com esta gente, e não faz nada para impedir que o nosso País vá parar outra vez “se é que alguma vez saiu”, à valeta.
A actuação de Machete é, antes de mais, patética. Não haver um familiar com juízo que o chame à razão.
Machete, ou melhor “Manchete”, é provavelmente a pessoa que melhor oposição faz a este governo.
Sim, tem tido um papel importante na descredibilização do governo. E todos sabemos como lhe restava pouca credibilidade.
Este blogue é o perfeito rabbit nest, todos tão peludos e fofinhos aqui no ninho, faço votos para que apesar de tanta soberba e verve aziada ao menos incubem umas belas de umas coelhinhas playboy
Temo que não.
Sobre o cronista do Expresso, apenas direi que devia estar com uma branca para preencher o espaço que lhe é reservado semanalmente no jornal; ou como diria Marcelo Rebelo de Sousa, “isso não lembra nem ao careca”.
Sobre as declarações de Rui Machete, acho que ficámos finalmente a saber quem é a fonte de notícias do Marques Mendes. O ministro analógico tem uma especial apetência para partilhar as conversas que se têm no Conselho de Ministros ou outra qualquer informação privilegiada a que tenha acesso. 4,5% não é um número que ele tenha inventado; é mesmo a convicção ventilada por um dos muitos “gurús” neo-cons que parasitam à volta (e dentro) do governo. Disso não haja dúvida.
Analógico está muito bem visto.
O seu a seu dono: a expressão é do Inimigo Público, suplemento humorístico do Público.
Boa noite,
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Atenciosamente,
Catarina Osório,
Gestão de Conteúdos e Redes Sociais – Portal SAPO
Bom dia. Mais uma vez, muito obrigado pelo destaque.