Do Parque trouxe ontem o Movimento perpétuo, da Ana Cristina Pereira, cheio de portugueses de um lado para o outro, em geral obrigados a isso, na nossa história recente, e os Textos dispersos, de Max Stirner, frequentemente visto como um cabelo na sopa de filosofias e movimentos do século XIX. A Ana trouxe-a porque gosta de margens e sabe olhar para dentro das coisas, o Stirner porque pensou no que não devia.

