LARGO DE SANTA JUSTA
«Tomaram uma tipóia para correr ao escritório do Vilaça. O procurador fora a Mafra, a um baptizado. Carlos teve de ir pedir cem mil-réis ao velho Cortês, alfaiate do avô. Quando perto das quatro horas se apearam à entrada do Lisbonense, no Largo de Santa Justa, o Palma no portal, com um jaquetão de veludo coçado e e calça de casimira clara colada à coxa, acendia um cigarro. Estendeu a mão a Carlos — que lhe não tocou.»
Eça de Queiroz, Os Maias
Foto: blogue Arte em Toda a Parte

