Sei de cor várias canções dos Beatles. Esta é uma delas. Digam-me ‘Hey Jude’ e respondo logo: “Hey Jude, don’t make it bad, / take a sad song and make it better / Remember to let her into your heart / than you can start to make it better.”
Do meu amor pelos Beatles nem é preciso falar. O que sempre me impressionou neste vídeo é a tristeza que se vê em todos eles. O fim só podia estar próximo.
As palavras de Hey Jude surgiram a Paul como “Hey Jules”, Julian Lennon, o filho do primeiro casamento de John. Casamento esse que tinha acabado de rebentar, com o aparecimento de Yoko. Julian foi a inspiração para as palavras de consolo que escreveu.
Grande inspiração, Teresa. ‘Hey Jude’ é ainda hoje uma das quatro ou cinco canções mais tocadas diariamente em todo o mundo. Quarenta e cinco anos depois.
Eterna.
Eu diria mais: eterna!
Faço coro convosco.
Sem dúvida. 🙂
Sei de cor várias canções dos Beatles. Esta é uma delas. Digam-me ‘Hey Jude’ e respondo logo: “Hey Jude, don’t make it bad, / take a sad song and make it better / Remember to let her into your heart / than you can start to make it better.”
Uma das mais bonitas dos Beatles.
Luminosa.
Do meu amor pelos Beatles nem é preciso falar. O que sempre me impressionou neste vídeo é a tristeza que se vê em todos eles. O fim só podia estar próximo.
Muito bem observado, Teresa. E tão em contraste com a letra e o espírito da canção… “Don’t carry the world upon your shoulders”.
As palavras de Hey Jude surgiram a Paul como “Hey Jules”, Julian Lennon, o filho do primeiro casamento de John. Casamento esse que tinha acabado de rebentar, com o aparecimento de Yoko. Julian foi a inspiração para as palavras de consolo que escreveu.
Grande inspiração, Teresa. ‘Hey Jude’ é ainda hoje uma das quatro ou cinco canções mais tocadas diariamente em todo o mundo. Quarenta e cinco anos depois.
Ainda antes de abrir esta caixa de comentários, a única palavra que me ocorreu está mais do que dita acima: eterna.
No doubt, compadre.