Guillermo Fariñas, o Prémio e o Bloco. Da Joana Lopes, no Entre as Brumas da Memória.
Sakharov – 2010. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Do Maio de 68 ao Outubro de 2010. De Rui Hebron, na Jugular.
Do óbvio. Do Fernando Moreira de Sá, no Albergue Espanhol.
Há vida para além do deficit: ontem fui ouvir Eduardo Lourenço. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.
Variações. De Fernando Penim Redondo, no Dote Come.
O fim de Constantinopla. De José Navarro de Andrade, no É Tudo Gente Morta.
Narrativa. De Maria N, na Segunda Língua.
Uma leitura de O Beijo. Da Ana Lima, no Dias Imperfeitos.

Obrigada pelo link, Pedro. Com tanto ignorante e casca grossa à solta, ouvir o Eduardo Lourenço foi um prazer acrescido que não deixa, contudo, de abrir portas a uma pergunta inquietante: o que vai acontecer com as novas gerações?
Excelente pergunta, Ana Cristina. Tantas vezes tenho feito também essa pergunta a mim próprio…
obrigado pela referência.
Não tem de quê, seja quem for (ehehehe…)
Peço desculpa pelo involuntário anonimato.
José Navarro de Andrade
Prazer receber aqui a sua visita, meu caro. Abraço.
Obrigada, Pedro, por mais esta referência. Agradeço ainda a alguém (leitor deste blogue) que, há algum tempo atrás, me suscitou esta reflexão.