Deus falando. Do António Figueira, no Albergue Espanhol.
Sob escuta. Do Pedro Mexia, na Lei Seca.
Norte triste, enojado e revoltado. Do Carlos Abreu Amorim, no Blasfémias.
O camarada Galileu. Do João Tunes, na Água Lisa.
Cavaco confrontado com as suas limitações. De J. M. Correia Pinto, na Politeia.
O funeral de José Saramago. De Luís Januário, n’ A Natureza do Mal.
Ética da responsabilidade. Do Pedro Picoito, n’ O Cachimbo de Magritte.
Pusilanimidade. Do Eduardo Pitta, no Da Literatura.
Gostos e insultos. De José A. Abreu, n’ O Escafandro.
Rotten glad of it. De Joana Vasconcelos, no É Tudo Gente Morta.
Ignorância. Do Luís Novaes Tito, n’ A Barbearia do Senhor Luís.
A reunificação. Do Pedro Lomba, no Sete Sombras.
Número primo. De Cristina Nobre Soares, no Deserto do Mundo.
Lembrar Terezín. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.

Muito oportuno, o texto do Eduardo Pitta. Sobre isso, já disse o que pensava no post do Corta-Fitas com o mesmo tema.
Acho o mesmo. Espero em breve escrever também sobre este assunto.