Sem dúvida, Ana – da Judy Garland à Beyonce. Mas esta, para justificar o título, fica mais para o fim da série, daqui a alguns meses.
Está certo. Conheces a do Lou Rawls? Óptima.
Não conheço. Mas confio no teu gosto, claro.
Engraçado… No ano em que saiu, foi considerada a “pior canção do ano” pelo “Em Órbita”, na altura apresentado pelo Júlio Isidro. (A melhor foi “Atlantis”, do Donovan). Se esta minha memória de elefante me não atraiçoa, terá sido aí por 1972, 73.
Talvez 1970, não tenho a certeza. As ‘piores canções do ano’ tornam-se muitas vezes canções da década ou do século com o correr do tempo. Parece-me ser o caso. Um entre tantos.
Foi uma época fabulosa. Regularmente surgiam canções que me deslumbravam. Seja da idade, seja por qualquer outra razão, há muito que tal me não acontece. A última vez foi já há uns anos, quando ouvi no rádio do carro Loucos de Lisboa. O “Em Órbita” era o único programa de música de qualidade e não interrompia as canções com publicidade. Só o podia ouvir nas férias, num rádio com FM que havia em casa dos meus pais.
Mais uma velharia gostosa.
Sem dúvida, compadre.
Que delícia! Há c’anos que eu não ouvia isto…
🙂
And the weather is fine, at last!
At last!
Olha, essa também podia passar por esta série. Há excelentes versões.
Sem dúvida, Ana – da Judy Garland à Beyonce. Mas esta, para justificar o título, fica mais para o fim da série, daqui a alguns meses.
Está certo. Conheces a do Lou Rawls? Óptima.
Não conheço. Mas confio no teu gosto, claro.
Engraçado… No ano em que saiu, foi considerada a “pior canção do ano” pelo “Em Órbita”, na altura apresentado pelo Júlio Isidro. (A melhor foi “Atlantis”, do Donovan). Se esta minha memória de elefante me não atraiçoa, terá sido aí por 1972, 73.
Talvez 1970, não tenho a certeza. As ‘piores canções do ano’ tornam-se muitas vezes canções da década ou do século com o correr do tempo. Parece-me ser o caso. Um entre tantos.
Ah, o velho Donovan. “Atlantis” foi diferente de tudo.
Vai passar por cá. E o ‘Catch the Wind’ também.
Foi uma época fabulosa. Regularmente surgiam canções que me deslumbravam. Seja da idade, seja por qualquer outra razão, há muito que tal me não acontece. A última vez foi já há uns anos, quando ouvi no rádio do carro Loucos de Lisboa.
O “Em Órbita” era o único programa de música de qualidade e não interrompia as canções com publicidade. Só o podia ouvir nas férias, num rádio com FM que havia em casa dos meus pais.
Esta deve ter sido das canções que em miúdo mais escutei na telefonia (como então se dizia).