Depois do erro. De João Paulo Sousa, no Da Literatura.
Enke. Da Fernanda Câncio, na Jugular.
Andamos todos a brincar com o fogo. Do Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.
Má técnica jurídica… De Ana Gomes, na Causa Nossa.
O exemplo de Marques Mendes. De José Medeiros Ferreira, no Bicho Carpinteiro.
Sabemos mesmo? Do Miguel Morgado, n’ O Cachimbo de Magritte.
Os muros à nossa escala. De Ana Lima, no Dias Imperfeitos.
O muro. Da Luísa, no Nocturno.
Palavras para quê? Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Albert Camus (1913-1960). De António Cruz Mendes, n’ A Formiga de Esopo.
Uma comparação. Do Luís Naves, no Corta-Fitas.
O prato partido. Do Pedro Lomba, no Sete Sombras.

Hummm!! O João ainda não leu a má técnica jurídica da Ana Gomes ou já teria feito um post!
Obrigada, Pedro! 🙂
Não tem de quê, Luísa.
Que surpresa! Muito obrigada, Pedro, por incluir o meu texto nesta lista.
Parabéns pelo blogue, Ana.