Gostaria de ter dito isto. De Vital Moreira, na Causa Nossa.
Escola pública, direitos privados. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
O estado das artes. De Miguel Valle de Figueiredo, no Courelas.
Jornalismo. Da Maria Teixeira Alves, no Corta-Fitas.
Dizer merdas. Do Luís M. Jorge, na Vida Breve.
A publicidade enganosa nos canais livres. De Psicogata, na Língua Afiada.
O meu 25 de Abril. Da Eugénia de Vasconcellos, no Cabeça de Cão.
O meu tio emprestado. Da Cristina Nobre Soares, no Em Linha Recta.
A famosa feira do Livro de Lisboa. De Torcato, no Lorpa-quase-erudito.
Clarice Expector. Do Ricardo António Alves, na Abencerragem.
Não se vive impunemente, não se escreve impunemente. De Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.

“Gostaria de ter dito isto. De Vital Moreira, na Causa Nossa.”
Errado. Vivemos numa Republica Socialista não numa Liberal.
E como tal a parte da Republica – ou seja a Limitação de Poderes – é necessariamente fraca.
Esta Republica Socialista criou os cidadãos que necessita, não houve falhanço algum, pessoas dependentes para quem as coisas mais importantes são o que o julgam que o Estado dá – veja-se o Congresso do PS -.
Em vez de Criar, Inventar, Fazer.
Se vivêssemos numa verdadeira “república socialista” (Coreia do Norte, China, Vietname, Cuba) você não poderia escrever o que escreve nem utilizar a Rede como utiliza.
Não confunda Comunismo com Socialismo.
Você pode ser outra coisa que Socialista em Portugal?
Não. É obrigado a sê-lo quer queira quer não. Excepto se for pobre.
Você vive fora de Portugal? Não? Então é socialista.
Um abraço e obrigado!
Um abraço, Ricardo.
Obrigada pela menção e especialmente por me dar a conhecer os outros post tão interessantes.
Viva, Psicogata. Espero que continue com essa pedalada.
Farei por isso 😉
Obrigada, caro Pedro, por dar nota do 25 de Abril. Um abraço
25 de Abril sempre, Eugénia.
Obrigado pela referência, Pedro!
Fico contente que tenha apreciado o post.
Um abraço!
Abraço, Torcato. Sucesso para o seu blogue.
Muito obrigado. Envio iguais votos do lado de cá da tela!
Um abraço.