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Pedro Correia,

Gostaria de ter dito isto. De Vital Moreira, na Causa Nossa.

Escola pública, direitos privados. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.

O estado das artes. De Miguel Valle de Figueiredo, no Courelas.

Jornalismo. Da Maria Teixeira Alves, no Corta-Fitas.

Dizer merdas. Do Luís M. Jorge, na Vida Breve.

A publicidade enganosa nos canais livres. De Psicogata, na Língua Afiada.

O meu 25 de Abril. Da Eugénia de Vasconcellos, no Cabeça de Cão.

O meu tio emprestado. Da Cristina Nobre Soares, no Em Linha Recta.

A famosa feira do Livro de Lisboa. De Torcato, no Lorpa-quase-erudito.

Clarice Expector. Do Ricardo António Alves, na Abencerragem.

Não se vive impunemente, não se escreve impunemente. De Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.

0 comentários em “Ler”

  1. “Gostaria de ter dito isto. De Vital Moreira, na Causa Nossa.”

    Errado. Vivemos numa Republica Socialista não numa Liberal.
    E como tal a parte da Republica – ou seja a Limitação de Poderes – é necessariamente fraca.

    Esta Republica Socialista criou os cidadãos que necessita, não houve falhanço algum, pessoas dependentes para quem as coisas mais importantes são o que o julgam que o Estado dá – veja-se o Congresso do PS -.

    Em vez de Criar, Inventar, Fazer.

    1. Se vivêssemos numa verdadeira “república socialista” (Coreia do Norte, China, Vietname, Cuba) você não poderia escrever o que escreve nem utilizar a Rede como utiliza.

      1. Não confunda Comunismo com Socialismo.

        Você pode ser outra coisa que Socialista em Portugal?
        Não. É obrigado a sê-lo quer queira quer não. Excepto se for pobre.

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