Ler


Pedro Correia,

Ouro e Cinza, de Paulo Varela Gomes. De António Araújo, no Malomil.

Não entenderam nada. De Rui Albuquerque, no Blasfémias.

A barreira do berreiro. Do Pedro Rolo Duarte.

Paixão. De J. Rentes de Carvalho, no Tempo Contado.

Guerra dos sexos digital. Da Maria João Marques, n’ O Insurgente.

Os homens sobre as mulheres. De Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.

Hora de almoço. De Ana Cássia Rebelo, na Ana de Amsterdam.

Glória. De Carla Romualdo, no Aventar.

Dignidade. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.

Shakespeare e a tábua das emoções. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.

Para Nicanor Parra. De Henrique Fialho, na Antologia do Esquecimento.

WA. Do Pedro Mexia, no Malparado.

Do modo que Deus nos vê. Do Henrique Monteiro, no Escrever é Triste.

2 comentários em “Ler”

  1. Não é um blog, mas é um texto muito interessante, que encontrei no Público de hoje, e acho que merece ser partilhado:

    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/deve-ser-giro-construir-um-celeiro-1668986

    Faz-nos pensar no tempo precioso que perdemos à frente da TV LED ultima geração em promoção na loja a ver uma seleção sem resultados, ou na inutilidade de jogar Angry Birds no ultimo modelo iPhone sem nunca conseguirmos derrubar aquele ultimo porco (que nunca o iremos derrubar), ou no stress na fila de trânsito em direção ao trabalho “economicamente util” mas socialmente vazio, quando podemos fazer tanto mais: há tantos celeiros a construir em Portugal. Podemos ajudar os escuteiros na tarefa de tornarem os nossos meninos em lideres de futuro, podemos visitar os nossos idosos e os dos outros que nos deram os valores morais que nos regem, podemos aliviar o vizinho sem emprego que precisa de tempo para endireitar a sua propria vida.

    A construção dos celeiros nas comunidades Amish nos EUA não é pela necessidade do celeiro em si, mas é pelo trabalho conjunto de toda a comunidade na construção e garantia futura da própria comunidade. É onde os novos aprendem os primeiros passos do oficio, é onde os adolescentes se apresentam no começo de uma vida adulta, é onde os adultos colocam o seu melhor esforço ao serviço de toda a comunidade, é onde os mais velhos passam o testemunho.
    Falta-nos um pouco de cultura Amish no nosso dia a dia.

    Sugiro que todos nós procuremos o “celeiro” mais próximo onde possamos ajudar.
    Construa um celeiro na sua comunidade.

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