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Pedro Correia,

Eusébio da Silva Ferreira, meu Deus. Do Manuel S. Fonseca, no Escrever é Triste.

Deusébio. Do Leão de Alvalade, n’ A Norte de Alvalade.

Orfandade. De Lourenço Cordeiro, na Catedral da Luz.

Era “só” um futebolista. De Margarida Bentes Penedo, no Gremlin Literário.

Chorar nos enterros é fácil. Do Pedro Rolo Duarte.

O polo cultural. Da Helena Matos, no Blasfémias.

A sabedoria dos decanos. De João Pinto Bastos, no Estado Sentido.

Cassandras e panglossianos. Do Luís Naves, no Fragmentário.

Tempo mais ou menos no Canal. De Jorge Ventura, na Ave de Arribação.

Vida. Da Tânia Raposo, no Not Quite Sun, Not Quite the Moon.

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