Não foi para isto que fizemos o 25 de Novembro. De Jorge Lopes de Carvalho, no Manual de Maus Costumes.
A carta de Soares. Do Paulo Gorjão, na Bloguítica.
A personalidade. Do André Abrantes Amaral, n’ O Insurgente.
O abraço improvável. Do José Meireles Graça, no Forte Apache.
A norte do Paralelo 38. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Pasto fértil para ditadores. De José Carlos Alexandre, n’ A Destreza das Dúvidas.
Acordo ortográfico: mas então não íamos todos escrever da mesma maneira? De António Fernando Nabais, no Aventar.
Os presépios e o jornal ‘Público’. Do José Pimentel Teixeira, na Ma-Schamba.
Para o Manuel António Pina. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.
A dimensão do desejo/Virgílio de Lemos. De António Cabrita, no Raposas a Sul.
O estado da arte. Do Tiago Cabral, no És a nossa Fé.
Cartas transatlânticas. De Cristóvão de Aguiar, n’ A Destreza das Dúvidas.

“A personalidade. Do André Abrantes Amaral, n’ O Insurgente.” Explica bem como o PS (e não só) faz política e governou o País até aqui. Um feudozinho.
“A personalidade. Do André Abrantes Amaral, n’ O Insurgente.” O melhor resumo da forma como o PS funciona e governou o País. Infelizmente, não se pode dizer que são os únicos a fazer política desta forma.