Caríssimas, é caso para dizer: se alguma de vós for violada, é bom que tenha a ‘sorte’ de levar também uns valentes tabefes. Da Maria João Marques, n’ O Insurgente.
Faltou o ‘plus’. Do José António Abreu, n’ O Escafandro.
Antevisão. Da Helena Matos, no Blasfémias.
Sim, eu gosto. De M, n’ 1 Dia Atrás do Outro.
Mudar o regime. De Rui Albuquerque, no Blasfémias.
A crise de Sócrates. De Pinho Cardão, na Quarta República.
A origem da radiosa dívida. Do Manuel S. Fonseca, no É Tudo Gente Morta.
Aritmética dos défice. Da Priscila Rêgo, n’ A Douta Ignorância.
O surfista. Do Pedro Rolo Duarte.
A pequena depressão. De Maria do Rosário Pedreira, no Horas Extraordinárias.
O almoço. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Plus ça change. Do António Figueira, no Albergue Espanhol.
Um caso singular de cabala habitual. Do José, na Porta da Loja.
A desconstrução europeia. Do Rui Herbon, na Jugular.
A feira dos novos horrores. Do Sérgio Lavos, no Auto-retrato.
Livros lidos até ao fim. De Joana Alarcão, no Cachimbo de Magritte.
Longe do paraíso. Do Rui Bebiano, no Heterodoxias 21.
Summer and Smoke. Do Pedro Mexia, na Lei Seca.
Entrevista de vida. Do Nuno Costa Santos, no Bairro Melancómico.

Agradecido pela menção, caro Pedro Correia
Um abraço, meu caro.