Mentir sempre. Do Gabriel Silva, no Blasfémias.
A parte do problema: o ministro mentiroso. Do Miguel Marujo, na Cibertúlia.
Os finlandeses, esses bota-abaixistas. Do David Levy, no Lisboa-Tel Aviv.
Vamos às compras. Do Luís Novaes Tito, n’ A Barbearia do Senhor Luís.
O BE disputa o território do PCP. Do Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.
O risco da senilidade precoce no Bloco. Do João Tunes, na Água Lisa.
O instinto. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Apoiar a revolução na Síria. De Pedro Viana, no Vias de Facto.
Ground Zero. De Ana CássiaRebelo, na Ana de Amsterdam.
A letter to Elia. De Diogo Leote, no É Tudo Gente Morta.
L’ Age des Ténèbres (A Era da Inocência). De João Pedro Santos, na Sociedade Aberta.
No se puede vivir sin amar? Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.
Interrogatório (sem holofotes na cara). De José Navarro de Andrade, no É Tudo Gente Morta.
Perder um jogo com o Sporting Clube de Braga não é uma humilhação. De Jacinto Bettencourt, no 31 da Armada.
Barcelona. Do Sérgio Lavos, no Auto-Retrato.

Excelente texto (como sempre) o da Ana Cássia Rebelo. Até que enfim encontro alguém que sente o mesmo que eu: por mais abjecto que seja um algoz, não consigo celebrar com alegria esfusiante a morte premeditada e voluntária de um ser humano. Talvez por pura rejeição: se o fizesse, sentir-me-ia parecida com ele.
É, de facto, um excelente texto, Ana.