“… He could have sought allies against excessive austerity and for looser fiscal and monetary policy in places like Italy and France—and even inside the ECB….”.
Bem observado, mas a realidade é outra. Nesta “europa”, que nunca o foi, decorre uma fase do ajustamentos a vários níveis. Ao nível do Países é considerada “démodé” como se viu. Ao nível de grupos de interesses supra-nacionais -os diferentes conglomerados de partidos em Bruxelas- prossegue uma produção metódica, alemã, que há muito prepara orquestração e recital.
Nestas circunstâncias é (foi) difícil à (pobre) Grécia encontrar aliados. Ainda por cima sendo vista como uma extrema esquerda nacionalista “outsider” que não quer o “play ball europeu” em curso.
Claro que os funcionários europeus, a nível nacional e “europeu”, isistem -em proveito próprio- na construção de uma mítica super-nação mesmo que sobre um monte de descaracterizadas cinzas.
O texto da Economist já tem uma semana de idade, já está um bocado passado (as coisas hoje evoluem depressa).
“… He could have sought allies against excessive austerity and for looser fiscal and monetary policy in places like Italy and France—and even inside the ECB….”.
Bem observado, mas a realidade é outra. Nesta “europa”, que nunca o foi, decorre uma fase do ajustamentos a vários níveis.
Ao nível do Países é considerada “démodé” como se viu.
Ao nível de grupos de interesses supra-nacionais -os diferentes conglomerados de partidos em Bruxelas- prossegue uma produção metódica, alemã, que há muito prepara orquestração e recital.
Nestas circunstâncias é (foi) difícil à (pobre) Grécia encontrar aliados. Ainda por cima sendo vista como uma extrema esquerda nacionalista “outsider” que não quer o “play ball europeu” em curso.
Claro que os funcionários europeus, a nível nacional e “europeu”, isistem -em proveito próprio- na construção de uma mítica super-nação mesmo que sobre um monte de descaracterizadas cinzas.