Leitura para o 25 de Abril, por Vladimir Embarcador
Livros para acenar aos “fasços” saudosistas:
1)Livro “O Puto”
O jornalista Ricardo de Saavedra revela pela primeira vez no livro “O Puto” a longa entrevista ao “Comandante Paulo”, operacional da rede bombista, gravada em 1979 e que relata os acontecimentos de quem lutou contra a revolução portuguesa.
Manuel Gaspar, nascido em Moçambique, conhecido como “Comandante Paulo” foi também apelidado de “Puto” pelo antigo oficial dos Comandos portugueses, Jaime Neves, com quem cumpriu serviço militar durante a Guerra Colonial.
2 ) Quando Portugal Ardeu Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril de Miguel Carvalho
Em entrevista ao JPN, o autor lançou-se a “esgravatar zonas sombrias” do período posterior à “Revolução dos Cravos” de 1974. Na obra, refuta a ideia de que o 25 de Novembro de 1975 tenha sido a data que iniciou a normalização democrática. “Não o é de todo”, considera. Miguel Carvalho é da opinião de que o país esteve mais próximo de uma ditadura de direita do que de esquerda após o 25 de Abril.
AO NOSSO Comemoração do 25 de Abril hoje e todos os dias. Mexer mas não estragar, sempre! Não é deste São Bento que vem bom vento. Falta cumprir “E depois do adeus”
Um homem que morreu amargurado com “as conquistas” de Abril
Salgueiro Maia – o eterno Capitão de Abril. A mais perfeita tradução de coragem, confiança e juventude. A exaltação que irrompe da certeza do dever cumprido, no lado certo. A força e a beleza de um cravo vermelho na ponta de uma espingarda. Salgueiro Maia: “foi bonita a festa, pá”!
Leitura para o 25 de Abril, por Vladimir Embarcador
Livros para acenar aos “fasços” saudosistas:
1)Livro “O Puto”
O jornalista Ricardo de Saavedra revela pela primeira vez no livro “O Puto” a longa entrevista ao “Comandante Paulo”, operacional da rede bombista, gravada em 1979 e que relata os acontecimentos de quem lutou contra a revolução portuguesa.
Manuel Gaspar, nascido em Moçambique, conhecido como “Comandante Paulo” foi também apelidado de “Puto” pelo antigo oficial dos Comandos portugueses, Jaime Neves, com quem cumpriu serviço militar durante a Guerra Colonial.
2 ) Quando Portugal Ardeu
Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril
de Miguel Carvalho
https://www.wook.pt/livro/quando-portuga l-ardeu-miguel-carvalho/19173379
Em entrevista ao JPN, o autor lançou-se a “esgravatar zonas sombrias” do período posterior à “Revolução dos Cravos” de 1974. Na obra, refuta a ideia de que o 25 de Novembro de 1975 tenha sido a data que iniciou a normalização democrática. “Não o é de todo”, considera.
Miguel Carvalho é da opinião de que o país esteve mais próximo de uma ditadura de direita do que de esquerda após o 25 de Abril.
Miguel Carvalho: A história que ficou por contar do pós-25 de abril
A entrevista aqui:
https://jpn.up.pt/2017/04/07/miguel-carv alho-historia-do-ficou-contar/
Os cubanos, coitados, aguardam há longas décadas o seu 25 de Abril.
E não me refiro aos cubanos de Cuba, no Alentejo.
Tem razão!!
Upsss … esses são cubenses, não confundir, Pedro, p.f.!
Pelo menos, até nova ordem … vá lá a gente saber …
São cubenses? Estamos sempre a aprender, Fátima. Eu gosto de aprender uma coisa todos os dias.
Já aprendei a de hoje. Consigo.
AO NOSSO
Comemoração do 25 de Abril hoje e todos os dias.
Mexer mas não estragar, sempre!
Não é deste São Bento que vem bom vento.
Falta cumprir “E depois do adeus”
Salgueiro Maia já cá não está.
Salgueiro Maia, excelente e muito atual referência.
Um homem que sempre admirei.
Um homem que morreu amargurado com “as conquistas” de Abril
Salgueiro Maia – o eterno Capitão de Abril.
A mais perfeita tradução de coragem, confiança e juventude.
A exaltação que irrompe da certeza do dever cumprido, no lado certo.
A força e a beleza de um cravo vermelho na ponta de uma espingarda.
Salgueiro Maia: “foi bonita a festa, pá”!