
«As pessoas sobrevivem em tempos de guerra, sempre o fizeram. O horror percorre toda a história – e os homens que viram a Armada Invencível navegar rumo à borda do mundo, que viram a Peste Negra liquidar metade da Europa, esses homens viviam assustados, aterrados. Mas embora tenham vivido e morrido no medo, eu estou aqui; conseguimos reerguer-nos.»
Sylvia Plath, Diários 1950-1962 (2000), p. 44
Ed. Relógio d’ Água, 2021. Tradução de José Miguel Silva e Inês Dias

conheço
la campana de cristal
« Era un verano extraño, sofocante, el verano en que electrocutaron a los
Rosenberg y yo no sabía qué estaba haciendo en Nueva York. Les tengo
manía a las ejecuciones. La idea de ser electrocutada me pone mala, y eso
era lo único que se podía leer en los periódicos …
teve outro fim
Caro Pedro,
Não tendo que ver com esta autora que não conheço, por enquanto, peço-lhe que me ajude a encontrar a obra “Contos” de Eça de Queirós por si referida no magnífico post do passado dia 23.12. Tentei encontrar a obra na plataforma de que sou cliente sem sucesso.
Espero que me consiga ajudar, boas entradas.[º<:}}}]
Audio librivox
https://archive.org/details/contos_1802_
https://www.gutenberg.org/ebooks/31347
Muito obrigado lucklucky.
Boas entradas