
«Não creio que haja na História exemplo igual ao da Grécia, que desapareceu em plena mocidade. Foi uma nação que morreu sem ter envelhecido. (..) Nação adolescente, que revelou o supremo cânone de beleza plástica e intelectual; que tudo soube só pelo gosto de saber; que foi a maior lição de dignidade física e espiritual que a Humanidade registou.»
Manuel Teixeira-Gomes, Agosto Azul (1904), p. 182
Ed. Portugália, 1958 (3.ª ed)

Verdade, mas a cultura grega não correspondia exactamente a um país, vinha de um sítio, ou de vários, esteve na Grécia e depois continuou para outros lados. E ainda hoje continua.
E já na altura estava ameaçada dentro de portas, e entre os seus vizinhos, como estamos hoje com os defensores de culturas totalitárias, sem beleza e sem futuro. Muitos estão aqui no DO a demonstrar a sua perfeita incapacidade para ler o mundo. É bom que assim seja, para que a sua derrota um dia destes seja total e permanente.
> desapareceu em plena mocidade. Foi uma nação que morreu sem ter envelhecido.
Meh. Esparta durou 900 anos, como Portugal – ambos a soçobrar sem derrota.