
«Não descansarei até que tenhamos alcançado a nossa utopia pela diversidade interseccional, socialista, descolonizada, poliamorosa, genderqueer, pró-trans, pela aceitação de todos os corpos, anticapacitista, verificadora de privilégios, policiadora do discurso, livre de ódio e matriarcal.»
Titania McGrath, Woke (2019), pp. 132-133
Ed. Guerra & Paz, 2021. Tradução de João Brás

A cretinice devidamente adjectivada!
Mais uma salada russa de palavras sem nexo.
Disto é o que mais há por aí. Sobretudo nas “universidades de Verão” dos partidos políticos.
Desde que o “Relativismo Cultural” foi imposto pelos Estados europeus e americanos como ideologia dominante no Pós-Bolonha, como truque para arranjar dinheiro para custear as universidades, são estes que ao pagarem as propinas para serem “doutores da mula russa”, financiam a Ciência a sério. Que custa muito dinheiro, e não é palavreado sem sentido.
Não sei se o Pedro Correia publicou este “post” com segunda intenção, mas os dois comentadores, JgMenos e o inacreditável SAP3i (um professor, meu Deus!) morderam o anzol e debitaram asneira.
Apreciei especialmente – ri-me quase tanto como com o livro – a frase do último:
Mais uma salada russa de palavras sem nexo.
É que define perfeitamente os comentários dele mesmo, quando debita sobre a Ucrânia, o Donbass, os acordos de Minsk, o batalhão Azov e o resto da cartilha.
Segunda intenção, óbvia.