
«Sobre O Meu Pipi, fica uma dúvida de resposta difícil: seria hoje possível o aparecimento e propagação deste tipo de escrita, sem que os ruidosos movimentos de combate ao sexismo e à homofobia se entregassem à mais profunda indignação?»
Sérgio Barreto Mota, A Blogosfera Portuguesa, p. 102
Ed. Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2021. Colecção Retratos da Fundação

Isto de conversas com o Pipi a solta era um problema para as pudicas
Hoje não seria possível desnudar o pipi com tanto à-vontade. O autor seria açaimado pela Brigada Anti-Misógina e condenado ao desterro perpétuo na Berlenga Grande.
Bem fez ele em nunca ter revelado a sua identidade. Ainda tenho o livro e tirando um ou outro escrito, o livro envelheceu bem
RAP, I presume.
É caso para dizer que ainda há pipis. Não são é “mainstream”. A blogosfera lusa era uma aldeia, qualquer maluco dava nas vistas.
Este tinha mesmo muita graça.
Veio mais tarde a saber-se que era o Ricardo Araújo Pereira.
Nao confirmado.
Falou no MEC, em outros… incrível que não se assumiu que pudesse ser um qualquer asnónimo.
Ainda há destes, mas pouco conhecidos. Mas hoje, nao tendo ligação ao Feice ou Twitter, não se consegue o mesmo mediatismo. Por isso fogem ao controle das multidões com alcatrão e penas.