
«Não é estranho que certos indivíduos pareçam aceitar resignadamente o confinamento, a cessação do fluxo? Será uma coisa por que sempre ansiaram, subliminarmente, subatomicamente? Algumas pessoas, sempre algumas, um número ínfimo entre os habitantes humanos do planeta Terra, o terceiro planeta a contar do Sol, o domínio da existência mortal.»
Don DeLillo, O Silêncio, p. 60
Ed. Relógio d’Água, 2020. Tradução de Paulo Faria. Colecção Ficções, nº 334
