
«O que eu vejo é que é de cócoras que se ganha a vida.»
Castro Soromenho, Terra Morta (1949), p. 86
Ed. Cotovia, 2008. Colecção Biblioteca Editores Independentes, n.º 51

«O que eu vejo é que é de cócoras que se ganha a vida.»
Castro Soromenho, Terra Morta (1949), p. 86
Ed. Cotovia, 2008. Colecção Biblioteca Editores Independentes, n.º 51
nâo deixa de ser triste, apesar de ser verdade.
Bom romance, que vale a pena ler. De um autor injustamente esquecido.
É daquelas ‘verdades’ tão válidas como o seu contrário. Para obter dividendos tanto resulta dobrar a espinha, como sobreviver de vantagens injustas à custa do vício de reivindicação. Tudo depende do jeito ou arte que se tem para cada uma das técnicas. E da sorte, claro.
Muito certo este seu comentário, Isabel
Na mesma Época, em Portugal, o Trabalho do Campo era o Sustento da Pobreza de Muitos, e da Riqueza de Outros… A Igualdade será Sempre um Mito, seja qual for a Época, haverá Sempre uma Mó Debaixo, no entanto Somos Todos Farinha do mesmo Saco.
Porque é que inicia quase todas as palavras com letras maiúsculas?
Porque Todas as Palavras são Importantes, se Não o fossem, Não as Escreveria assim.
Ao escrevê-las todas assim, retira-lhes importância.
Se quase só existissem maiúsculas, a verdadeira maiúscula seria a minúscula.
Para lá da Igualdade que Falta, ainda Todos temos a Liberdade de Escrever e Interpretar as Palavras da Forma que Entendermos. De qualquer modo, o que Mais Interessa será Sempre a Mensagem que Elas possam deixar a Quem as venha Ler.
Depende da vida que se quer ganhar.
Há uma vida, maior, colossal, que exige, para ser ganha, de rendição e abdicação.
Tudo de bom, Pedro
Um abraço, meu caro.
De cócoras, não obrigada!
Eu ganho a minha vida deitada!
Anabela Fonseca