"Un homme qui préfère la voix de sa conscience à celle de son amour, peut être un héros aux yeux des hommes. Mais il est certain qu’il n’est pas mon homme, dis-je tranquilement."
"Pénélope", in Paix à Ithaque, Sándor Márai.
"Un homme qui préfère la voix de sa conscience à celle de son amour, peut être un héros aux yeux des hommes. Mais il est certain qu’il n’est pas mon homme, dis-je tranquilement."
"Pénélope", in Paix à Ithaque, Sándor Márai.
Bonito, muito bonito, Ana.
Lindo, Joaquim.
E que diria o Ulisses?… 🙂
Esta, para mim, é difícil, Ana. A consciência é o nosso último reduto…
P.S. E pronto, lá me deixa mais um livro «atrás da orelha». Que malvada! :-)))
O Ulisses, tenho a certeza, honraria o seu amor. Nem podia fazer outra coisa com uma mulher que, por ele e para ele, passou metade da vida a fazer um manto capaz de dar a volta ao mundo…
🙂
Tranquilamente falando, digo que também seria bom que as duas vozes coincidissem… 😀
Claro que isso seria o pleno, Fugi.
🙂
Lindo! Um escritor fabuloso!
Um dos meus preferidos, Sofia.
(onde andas, que nunca mais deste sinal? :-))
Romântica! Emotiva!
Com muito gosto!
Que grande frase, Ana. Que grande frase…
:)))
Pois é, Maria do Sol. Como tantas outras pérolas do Márai.
Aqui está, Ana, mais uma razão para eu começar a ler Márai . Tenho na estante o livro dele – “A Mulher Certa”- oferecido por uma amiga minha que na altura disse – ” Penso que vais gostar, para além de tudo ele sabe muito bem falar sobre os sentimentos das mulheres…” E por essa belíssima “fala” na voz de Pénélope vê-se logo que Márai . sabe do “assunto”.:))
Márai conhecia o universo feminino como poucos escritores homens, Maria. Quando ler “A Mulher certa” vai esquecer-se, mais do que uma vez, de que há um homem por detrás da personagem feminina que ele criou. Mas já agora, se nunca leu Márai aconselho-lhe que comece por “As velas ardem até ao fim”. Tudo o resto é muito bom, mas esse livro é magistral.
Grande frase. Aplaudo. E subscrevo.
Ah, tigre! 🙂