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«Era a vida, eram as relações humanas, sempre assim?, perguntou-se Therese. Nunca terreno sólido debaixo dos pés. Sempre como saibro, cedendo sempre um pouco, ruidosas para que o mundo inteiro as pudesse escutar e para que uma pessoa precisasse de estar sempre atenta, sempre à escuta do passo ruidoso e áspero do intruso.»
Patricia Highsmith, Carol (1952), p. 161
Relógio d’ Água, Lisboa, 2015. Tradução de Ana Luísa Amaral. Colecção Crime Imperfeito, n.º 33

«Era a vida, eram as relações humanas, sempre assim?, perguntou-se Therese. Nunca terreno sólido debaixo dos pés》
Sim, Patricia. É sempre assim para quem sofre de Depressão.
A capa do livro, um pouco abusivamente na minha opinião, retrata as duas interpretes do filme com o mesmo nome, Cate Blanchett e Rooney Mara, com isso tentando um golpe de publicidade.
Não li o livro, o filme é superlativo, como elas as duas o são.
O filme é muito bom, mas gostei mais do livro. Para mim sem dúvida é o melhor de Patrícia Highsmith. t/ja-li-o-livro-e-vi-o-filme-194-9417315
Um livro único também em toda a obra desta escritora.
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.p
Tem razão na crítica que faz à capa. A editora Relógio d’ Água até nos habituou (bem) a excelentes capas. Neste caso não tenho dúvida de que se destinou apenas a ajudar a vender o livro à boleia do filme, reproduzindo as imagens que figuram no cartaz dessa longa-metragem.
Muito obrigado pela cortesia da resposta.
Não tem de quê. Daqui lhe endereço já votos de bom ano.
Muito obrigado, um bom ano para todos nós (o que não vai ser nada fácil)