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«A principal necessidade dos que odeiam é acreditar que são igualmente odiados por aqueles que odeiam: com idêntica intensidade e obsessão, com idêntica destilação de espuma.»
Javier Marías, Selvagens e Sentimentais (2000), p. 27.
Ed. Dom Quixote, 2002. Tradução de Salvato Telles de Menezes. Colecção Ficção Universal, n.º 291

Incisivo!
Haverá forma de a FPF distribuir um livro com cada bilhete, com cada jornal?
Desde que a baba caia e não inunde a vista, talvez que entre as Terças e as Quintas alguns o possam ler – esta frase é um começo.
E um fim em si mesma.
Não é o ódio, dos outros, que nos torna odiosos. É a sua indiferença.
O Ódio, como a Amor, torna-nos vivos. É a indiferença que nos mata!