«É estranho que o sentido do tacto, tão infinitamente menos valioso para os homens do que o da vista, se torne em certos momentos críticos o nosso principal, se não o único, meio de acesso à realidade.»
Vladimir Nabokov, Lolita (1955), p. 315
Ed. Teorema/Público, 2003. Colecção Mil Folhas, nº 37. Tradução de Fernanda Pinto Rodrigues

![imagem[1].jpg imagem[1].jpg](http://7.fotos.web.sapo.io/i/Bc1083e27/19883983_j93iF.jpeg)
Ando há tanto tempo para ler este livro… mas confesso que nunca tive coragem (talvez por achar que a história é demasiado doentia!…)
Admito que talvez eu tenha uma ideia errada ou até esteriotipada do enredo… e provavelmente só saberei se estou certa ou errada se o ler. Tenho de pensar de novo no assunto 🙂
Essa citação que o Pedro escolheu é poderosíssima!
Para ouvir:
Ennio Morricone – Lolita (love theme & finale) (https://www.youtube.com/watch?v=-oijIhovtWw)
Vale a pena ultrapassar esse preconceito, acredite. É um excelente romance, no fundo uma tragédia americana. Um romance pungente sobre o amor, o desamor e a solidão num mundo onde o progresso material acaba por conduzir o ser humano a novas formas de servidão.
Obrigado pela banda sonora que aqui nos traz.
Infelizmente não consegui incorporar o link no texto como pretendia! 🙁
Esqueci-me que aqui na Sapo as coisas não funcionam da mesma maneira que lá na Blogspot.
(desculpem lá a trapalhada)
(^^)
Cá está: vtWw
https://www.youtube.com/watch?v=-oijIho
O bichinho da curiosidade e a beleza da banda sonora (que me arrebatou os sentidos) levaram-me, na impossibilidade de ler o livro, a ver o filme de 1997 baseado neste romance de Vladimir Nabokov.
O Pedro tinha, obviamente, toda a razão pois valeu a pena deixar-me entregar à história… que mexeu comigo porque é uma verdadeira história de amor; um amor doentio, é certo… mas que não nos deixa intocados.
Obrigada!
(^^)
Desculpe meter-me na conversa, Afrodite, mas se puder não deixe de ver a versão a preto e branco do Kubrick.
🙂 Antonieta
Bom dia Antonieta, obrigada pela sugestão.
Por acaso vi os dois, o filme de 1997 (com Jeremy Irons) e o de 1962 (com James Mason)… mas tenho de confessar que a minha preferência vai para a versão mais recente.
Só me falta mesmo ler o livro… 🙂
Verá que vale a pena. É um livro em que poderá custar a entrar, mas uma vez lá dentro não quererá sair antes do fim.