Leituras


Pedro Correia,

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«Um homem não pode conhecer-se completamente enquanto não se souber o que vale a sua mulher.»

Pearl S. Buck, Mãe (1933), p. 120

Ed. Texto Editores, 2007. Tradução de Isabel Risques. Colecção Grandes Autores

0 comentários em “Leituras”

  1. Isto é um grande chavão, ou quoi?

    Vive da dicotomia mas não significa nada de concreto para além de uma sucessão de clichés: homem/mulher eu/outro etc/etc 😉

    1. Talvez. Mas acredite que na China do final da década de 20 o “chavão” reflectia a realidade.
      Quanto às dicotomias, não podemos passar sem elas. Luz/sombra, dia/noite, claro/escuro, frio/calor, bonito/feio, norte/sul, bom/mau, certo/errado, juventude/velhice, vida/morte.

      1. Sim, é mais o “conhecer-se” que me parece um chavão (da psicologia). Não é fácil escrever sem cair neles.

  2. Experimentei tirar a palavra “se”, e fiquei com um entendimento totalmente diferente. Sem o se, leva-me a concluir que um homem, somente ele, só o será quando conhecer na totalidade a sua mulher.
    Com o se, fico a entender que esse conhecimento será abrangente a mais pessoas, mais público.
    Enfim, entendimentos pessoais. Que quererá o autor dizer?

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