Leituras


Pedro Correia,

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«De certa maneira, os mortos são nossa propriedade. Devemos cuidar deles.»

Yasunari Kawabata, Chá e Amor, p. 69

Ed. Vega/Bibliotex, 2003 (2ª edição). Tradução de Pedro Alvim. Colecção Diário de Notícias

0 comentários em “Leituras”

  1. Dele apenas li Terra de Neve, em edição da D. Quixote. Há muitos anos, já (algures na segunda metade da década de setenta). Recordo a serenidade da prosa e da acção.

    Revi a capa num alfarrabista, na Feira do Livro de Lisboa, o ano passado. E nela, num breve instante, memórias de um final de adolescência. Suponho que conseguiria localizar, na família, o exemplar que li. Mas não lhe resisti.

    Lá voltarei (à feira e ao livro).

    Costa

    1. Esse não conheço. Mas gostava de conhecer. Esta novela que li do Nobel de 1968 tem também essas características: serenidade da prosa e da acção.
      Prosa quase poética, muito bem traduzida. Lê-se muito bem.

    2. Caro Costa,
      A Terra de Neve também foi o único livro que li do Kawabata.
      Tenho a 1a. edição (Fevereiro/2003) da Ficção Universal da Dom Quixote (nr. 308), que tem uma capa lindíssima com uma gravura do Hiroshige.
      Ando com vontade de o reler…
      🙂 Antonieta

      1. Como eu, então. Na verdade fiquei com essa vontade quando há meses revi a capa da edição pela qual conhecera a obra (não datada, mas creio que será de 1968), não resistindo a comprar aquele exemplar. E esta referência, agora, a outro livro deste autor ainda mais a reforçou.

        Boa leitura!

        Costa

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