Se fosse mais antigo, alguém com juízo teria aconselhado o Ministro Caldeira Cabral a fazer o Doutoramento na Covilhã. Mas claro, como não havia “Tempo Novo” em 2004, Caldeira Cabral acabou por fazê-lo em Nottingham. Nem quero pensar na quantidade de impostos que se perderam em Portugal só pelo facto de este compatriota, distraído ou mal aconselhado, ter acabado por fazer uma escolha tão pouco solidária.
É pena que o “Tempo Novo” seja tão recente
Rui Rocha,

Pontaria desta não há por aí. Dispare sempre.
chama-se hipocrisia. Mais um doutorado hipócrita que nos governa.
‘a Maria da Fonte
é mulher como as demais.
tráz uma espada à cintura
para matar os Cabrais’
há por aí cada cabral!
O Governo e o PS querem levantar um Muro de Berlim para impedir os Portugueses ir a Espanha.
O Socialismo tem de prender as pessoas.
Na Venezuela pessoas em cadeira de rodas têm de ir a monte para a Colombia para serem tratadas por causa de fronteira fechada. s/2016-03-09/venezuelans-make-taxing-tre k-to-seek-health-care-in-colombia
http://www.usnews.com/news/world/article
Ainda não chegamos aí, por enquanto são só os conselhos para não ir a Espanha, mas a ideologia é essa. Começou logo com os avisos puritanos para não consumir.
Confesso que não o ouvi porque, há muito tempo que não tenho paciência, nem perco tempo precioso, a ouvir tretas. A única coisa que sei é que ele se intitula de independente (mais um, dos que se penduram, onde e como podem, para subir na vida) e, presentemente, é um dos 11 economistas que António Costa convocou para lhe prepararem o “cimento” das suas propostas que, tal como no cimento, a que se junta água e areia, este “cimento” socialista, abusa sempre na “água” e na “areia” e, o resultado, foi sempre acabar por corroer os alicerces da economia e, assim, termos acabado, por três vezes, à beira da Bancarrota e, se ele fala de “Tempo Novo”, com os Partidos que temos… de Novo não há nada… é tudo mais que Velho.
Se um dia houver algo, realmente, Novo, talvez venha das gerações mais novas (os mais velhos, uma grande maioria, está demasiado acomodada) e o motivo é simples, serão os mais novos que vão sentir as consequências nefastas, dos que andaram e ainda continuam, a gastar e a endividar-se à conta do Futuro dessas gerações.
Claro que em Portugal não espero nada mas, talvez ainda haja esperança, quando vejo na Noruega (onde desde a nascença só interessa o socialismo e 1 em cada 3 Noruegueses trabalha para o Estado) nasceu em 2014 um pequeno Partido, criado por jovens que têm de ser inteligentes para descobrirem sozinhos, aquilo que, através da educação, muitos países lhes escondem… outras ideias, como se nada mais houvesse, para tentar construir um outro tipo de mundo.
Não ouço tretas mas gosto de ouvir e ler coisas como esta, dos Liberalistene ou traduzindo à letra “The Liberalists”:
“Based on classical liberalism and Age of Enlightenment philosophies, the party advocates for a minimal state where the responsibility of government is limited to administering the police, military, and justice system. The state should be prohibited from compelling its electorate and exists only to protect individuals from aggression, theft, and fraud. In accordance with the party’s motto, the foundation of this platform holds the belief that one owns their life, is responsible for their decisions and prosperity, and that each has the inherent right to autonomously pursue their private interests to the extent that those pursuits do not violate the rights of another.
With firm convictions in the values of Western constitutionalism, the Party believes in the separation of powers between three branches of government; executive, legislative, and judicial. This system of checks and balances will, according to the party, ensure personal freedoms are secure and prevent the rise of statism.
Economically, the party is dedicated to laissez-faire capitalism advocating for a free market devoid of invasive regulations. The party views individual sovereignty as an inalienable natural condition, and holds that regulatory practices impede upon self-determination and self-ownership inhibiting individual freedom and innovative productivity. To that end, people should collaborate freely, under peaceful and voluntary conditions, without the coercion of state intervention.”
Curiosamente, um comunista desiludido, juntou-se ao Partido porque, chegou à conclusão que, neste, até pode ser livre de se juntar a um grupo de pessoas que criem a sua própria maneira de viver, ao contrário de todos os outros Partidos existentes… onde, uns mais que outros, todos eles acabam, sempre, por fazer as escolhas de todos.
Talvez tenham futuro porque parecem não cair na tentação de apelar aos votos dos subgrupos como do objectivismo, do libertarianismo (capitalistas radicais), do anarcocapitalismo, dos libertários seculares ou do cristianismo libertário…
A mudança é sempre boa, quando é verdadeira, senão, ainda hoje, haveria donos de escravos, as mulheres não votariam e se olhariam de lado os gays… pena que se deixe tudo pela metade e, o desejo da verdadeira liberdade pareça ser… algo criminoso (uma pura invenção das mentes colectivistas).
Mais uma vez, me alonguei no comentário e, já houve quem comentasse que os seus postes são curtos nas ideias, no entanto, dão liberdade suficiente para estimular as ideias de quem os lê.
“houve quem comentasse que os seus postes são curtos nas ideias,” inteiramente de acordo (mas prolixos)
“para estimular as ideias de quem os lê.” Não se enganou na palavra, não devia ser “desestimular”? Não sei se a palavra existe mas depois dos seus posts passa a existir.
“Picou-se”?
Mais um que tem a mania que sabe Tudo sobre o que os outros devem fazer, como fazer, pensar, agir ou dizer e, por si, até devia haver regras e leis para fazer postes… mentes pequeninas, insípidas e pouco imaginativas.
Como dizia Einstein: O pensamento lógico pode-nos levar de A a B, mas a imaginação consegue levar-nos a qualquer parte do Universo.
Comentários como os seus, encaixam melhor no futebol, com muitas regras, muitos Árbitros, muitos bitaites e, muito “repouso” dos neurónios.
Como você há muitos que querem impor a estupidez dos limites, através da quantidade e, quem não estiver atento e não pensar com a sua própria cabeça, é como entrar num asilo de loucos e, começar a pôr em causa a própria sanidade mental, por uma única razão… os loucos serem a maioria.