«A história não é como uma linha, é antes como a vida de cada um de nós, uma infinda série de pontos. Desaparecem em parte. Julga-se. Todavia, todos esses pontos, por vezes bem minúsculos, imperceptíveis, permanecem.»
João Miguel Fernandes Jorge, O Bosque, p. 130
Ed. Relógio d’ Água, Lisboa, 2015

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