Ministro das Finanças, de manhã, no Expresso:
“Não posso responder se as 35 horas avançam este ano”
Primeiro-ministro, à tarde, no Porto:
“As 35 horas entrarão em vigor no próximo dia 1 de Julho.”
Ministro das Finanças, de manhã, no Expresso:
“Não posso responder se as 35 horas avançam este ano”
Primeiro-ministro, à tarde, no Porto:
“As 35 horas entrarão em vigor no próximo dia 1 de Julho.”
Como ousa criticar este governo, quando o anterior governo, o que dizia num dia, desdizia no outro e nunca o criticou ou melhor, relevava tudo.
Você, em compensação, “ousaria” dançar com o António. Não o tango, mas a valsa. Com Centeno não aconselho: tem pinta de pé de chumbo.
Falando a sério: todos têm, mais ou menos, mentido mas como Passos Coelho não houve, de facto, nenhum. Até ver, A. Costa é uma criancinha ingénua em matéria de aldrabice se comparado com Passos Coelho.
Não sei se Costa é uma “criancinha ingénua”, como você garante. Sei que o Tó Zé Seguro jamais lhe compraria um carro em segunda mão.
São todos socialistas por isso mentem mas demonstre lá que o Passos é o maior deles todos.
Podemos começar com esconder o défice e a consequente dívida vendendo património do Estado a Empresas Publicas… Que comentários tem a fazer?
Atrevo-me a dizer: – O Sr. P.M. António Costa é mais um político que se nos apresenta como uma fraude. Ele, os outros e estes … Isto é, nenhum escapa!
A sua resposta é malévola e sem conteúdo. Passos foi além da Troika e agora, faz-se de inocente de bonzinho, quando atacou a classe média, sem dó nem piedade. É vergonhoso criticarem-se medidas que nunca irão ter o efeito das antes praticadas. Aqui, interessa é dizer mal do agora governo e fazer propaganda balofa, ao anterior governo e não a crítica construtiva.
“É vergonhoso criticarem-se medidas.” Frase digna de um censor do regime de Salazar.
Essa frase deve ser sua porque a minha, continua, mas a continuação da mesma não lhe dá jeito. Desonestidade a sua que cortou a frase para dizer uma aberração.
Você tem um problema com as vírgulas. E tem também um sério problema de identidade: a prova é que entra aqui todos os dias como anónimo.
Eu nem o reconheceria se não fosse pelas vírgulas sempre fora do lugar.
“Como ousa”… Eis Costa erigido em divindade. É próprio da esquerda: por norma os seus líderes são adorados como seres infalíveis. Quanto mais laicos e republicanos…
Costa (por mera coincidência)
Esse “como ousa?” é uma das expressões mais emblemáticas já registadas nos sete anos de vida deste blogue.
“por mera coincidência”.Olhe que não, olhe que não.
Acontece-me partilhar um apelido com o chefe do actual governo da república portuguesa. Quererá você, para minha ilustração, revelar porque vê nisso fundamento para invocar a frase célebre de sete de Novembro de 1975?
Costa
Pois é, não quer (eu bem sei que isto da internet e dos blogues, tanta a torrente de informação e debate, tende a ser coisa efémera no que concerne à vida útil – chame-se-lhe assim – de um texto e seus comentários; em todo o caso, não passou assim tanto tempo).
Costa (mas nada a ver com o no poder)
O anónimo, depois de perder o nome, perdeu também o pio.