Marguerite Yourcenar, Entrevistas da Paris Review, p. 221
Ed. Tinta da China, 2014. Tradução de Rita Almeida Simões
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Um livro indispensável, Pedro, e uma reflexão bem interessante da Marguerite Yourcenar, que poderá ser aprofundada no capítulo “Être des Saints quand Dieu est mort”, do livro “Les Yeux Ouverts” (pags 244/256, edition Le Livre de Poche). Penso que existe uma tradução da Relógio d’Água. 🙂 Antonieta
Gostei muito deste livro, Antonieta. Ando à procura do primeiro volume, mas ainda não tive sorte de encontrá-lo. As entrevistas são de qualidade irregular, como seria de esperar: tudo depende, em boa medida, da empatia que se estabelece entre quem pergunta e quem responde. Mas algumas são de antologia. Esta que cito, por exemplo. Essa obra que refere, conheço-a desde os anos 80, quando foi lançada em Portugal por uma editora já desaparecida. Ainda bem que foi reeditada, agora com outra chancela. É fundamental como prólogo à obra de Marguerite Yourcenar.
Um livro indispensável, Pedro, e uma reflexão bem interessante da Marguerite Yourcenar, que poderá ser aprofundada no capítulo “Être des Saints quand Dieu est mort”, do livro “Les Yeux Ouverts” (pags 244/256, edition Le Livre de Poche).
Penso que existe uma tradução da Relógio d’Água.
🙂
Antonieta
Gostei muito deste livro, Antonieta. Ando à procura do primeiro volume, mas ainda não tive sorte de encontrá-lo.
As entrevistas são de qualidade irregular, como seria de esperar: tudo depende, em boa medida, da empatia que se estabelece entre quem pergunta e quem responde. Mas algumas são de antologia. Esta que cito, por exemplo.
Essa obra que refere, conheço-a desde os anos 80, quando foi lançada em Portugal por uma editora já desaparecida. Ainda bem que foi reeditada, agora com outra chancela. É fundamental como prólogo à obra de Marguerite Yourcenar.