«Alguém deve deixar alguma coisa para trás quando morre. Um filho, ou um livro, ou um quadro, ou uma casa, ou uma parede construída ou um par de sapatos feitos à mão. Ou um jardim plantado. Alguma coisa em que a nossa mão tenha tocado de algum modo para que a nossa alma tenha para onde ir quando morrermos e, quando as pessoas olharem para essa árvore ou flor que plantámos, nós estamos lá.»
Ray Bradbury, Fahrenheit 451 (1953), p. 170
Ed. Publicações Europa-América, Mem Martins, 2002. Tradução de Teresa da Costa Pinto Pereira. Colecção Contemporânea, nº 67

![Fahrenheit 451[1].jpg Fahrenheit 451[1].jpg](http://6.fotos.web.sapo.io/i/Bba144cb5/17531284_OTLhn.jpeg)
Acho impressionante que nunca tenha encontrado este livro à venda numa livraria. Ando há imenso tempo para o ler e comprar. Acho que vou ter de o encomendar on-line.
Este é um romance que devia estar sempre à disposição dos leitores com edições actualizadas. Foi editado demasiado tarde em Portugal e pelos vistos volta a estar ausente.
Desde que conheço o assunto desta obra que a desejo ler. Com tristeza, ainda hoje verifiquei que nem na Fnac, nem na Bertrand, nem mesmo na wook o livro se encontra disponível para venda. Valha-nos a ideia de que os livros não serão incinerados e que eventualmente ele me há de encontrar.
http://maia-porto.olx.pt/livros-da-colec cao-mil-folhas-iid-464115339
Número 66.
Se houver alguém que nós amemos e que nos ame de volta e consiga perpetuar esse nosso amor em outrem, uma e outra vez, como elos de uma corrente forjada nas chamas do bem querer, então tocámos verdadeiramente o mundo.
Grande livro.
Muito bem dito, Dulce. De forma expressiva e bela.