«Para um jornalista o conhecimento dos outros homens, isto é, do homem, se não for paixão não é coisa nenhuma e então de que vale a pena ser jornalista?»
Fernando Assis Pacheco, citado por Nuno Costa Santos
em Trabalhos e Paixões de Fernando Assis Pacheco
Tinta da China, 2012


Um dia, Assis Pacheco disse-me: ó miúda, a malta escreve para o abominável homem das neves.
Foi uma grande lição de jornalismo. Nessa semana, ou na seguinte, já não sei, ele entrevistou Carlos Tê, o homem mais tímido de Portugal. A entrevista era outra lição, chamava-se Nasci no Tempo das Cerejas e saiu n’O Jornal. Cristo! Estou velha. Beijo
Fernando Assis Pacheco foi um dos melhores jornalistas que tive o privilégio de ler regularmente sem ter o privilégio de conhecer. A obra do Nuno Costa Santos presta justiça a este homem que era muito orgulhoso mas talvez excessivamente modesto em relação ao valor da sua obra literária, que resistirá ao tempo – estou certo disto.
Beijinho, Patrícia.