Aqui deixo aberta a carta que enviei ao Presidente da Republica: É prática normal, aceitável e transparente que o partido ou coligação vencedora de eleições seja chamada a formar governo. Ao contrário, afigura-se uma total inversão de valores que ao mais notório perdedor possa ser admitido que em desespero de causa arrebanhe promessas de apoio parlamentar pós eleitoral á toa de duvidosa seriedade e duração. Nesta circunstância e na impossibilidade de convocar eleições, veria com agrado um governo de iniciativa presidencial. Respeitosamente,
Creio que já toda a gente começa a ver o óbvio. E os comentadores parece irem recuperando a memória, nomeadamente acerca da “relação” entre Mário Soares e o PCP. Uma coisa o Costa já conseguiu: pôr-me a pensar que Mário Soares até não é tão mau como o pintam.
É óbvio que V. Bento e o PCP estão nos antípodas um do outro. O mundo do outro já desapareceu e ele ainda nem deu conta. O mundo do um, pelo que se vê, está em vias de explodir e ele também ainda não deu conta. Ambos esgrimem furiosamente moinhos de vento. E não se dão conta de que o caminho da salvação está algures entre D. Quixote e Sancho Pança. Abram os olhos. E os corações!
Sem entrar por explicações demasiadamente complexas aliceçardas em velhos fantasmas e chavões anti comunistas primários perfeitamente fora de moda, direi apenas que, aquilo que o PCP pretende do governo PS apoiado numa maioria parlamentar, é o de seguir uma politica com maiores preocupações sociais, concretamente no que diz respeito a salários e pensões,de molde a infletir na medida do possível, atendendo à atual conjuntura, a politica de destruição do estado social levada a cabo pelo governo da direita, PSD/CDS. É tão simples quanto isso.
A Catarina não pode falar pelo PCP. Mas o Vítor Bento pode?
É como a estrada da Beira. Que pouco ou nada tem a ver com a beira da estrada.
O senhor em causa foi alvo de uma canalhice e mesmo assim não entende aquilo em que está metido.
Mas está aí você para fazê-lo abrir os olhos.
Aqui deixo aberta a carta que enviei ao Presidente da Republica:
É prática normal, aceitável e transparente que o partido ou coligação vencedora de eleições seja chamada a formar governo. Ao contrário, afigura-se uma total inversão de valores que ao mais notório perdedor possa ser admitido que em desespero de causa arrebanhe promessas de apoio parlamentar pós eleitoral á toa de duvidosa seriedade e duração. Nesta circunstância e na impossibilidade de convocar eleições, veria com agrado um governo de iniciativa presidencial.
Respeitosamente,
Não se esqueça de pôr selo. Mais vale selo que parecê-lo.
Creio que já toda a gente começa a ver o óbvio. E os comentadores parece irem recuperando a memória, nomeadamente acerca da “relação” entre Mário Soares e o PCP. Uma coisa o Costa já conseguiu: pôr-me a pensar que Mário Soares até não é tão mau como o pintam.
Muito bom, este artigo. Quase um ensaio.
É óbvio que V. Bento e o PCP estão nos antípodas um do outro.
O mundo do outro já desapareceu e ele ainda nem deu conta.
O mundo do um, pelo que se vê, está em vias de explodir e ele também ainda não deu conta.
Ambos esgrimem furiosamente moinhos de vento.
E não se dão conta de que o caminho da salvação está algures entre D. Quixote e Sancho Pança.
Abram os olhos.
E os corações!
O mais interessante desta trágica-comédia:
Ouvir nas TV(S) os comentadores /politólogos/ Juristas/ banqueiros e quejandos… irem mudando , de mansinho, de opinião..
Será que tem carteira ou são carteiristas?!!
Aqueles que eu gosto mais de ouvir são os tudólogos.
Sem entrar por explicações demasiadamente complexas aliceçardas em velhos fantasmas e chavões anti comunistas primários perfeitamente fora de moda, direi apenas que, aquilo que o PCP pretende do governo PS apoiado numa maioria parlamentar, é o de seguir uma politica com maiores preocupações sociais, concretamente no que diz respeito a salários e pensões,de molde a infletir na medida do possível, atendendo à atual conjuntura, a politica de destruição do estado social levada a cabo pelo governo da direita, PSD/CDS. É tão simples quanto isso.