35 comentários em “Lavourada da semana”

  1. Parece não ser “lavourada”. De facto Cristina Torrão responde assim: “Certo, Luís Lavoura, pode acontecer, excepcionalmente.”
    Eu não sei!!

      1. Dois is e um ó. Fica assim: ii ó.
        E deve ser falado em linguagem livre e progressista: ii ó ii ó ii ó.

      2. “escreve-se mesmo com dois is?” Falhou-me o dedo. Tremeliques! É sempre de grande responsabilidade comentar no Delito. Por isso tenho tremuras….

    1. Na verdade, parece-me impossível, mas não posso afirmar que nunca aconteceu, por isso, a minha resposta.

      Acho assustador haver homens que tentem menorizar a gravidade deste crime. A esses homens, gostava de perguntar se continuariam a pensar assim, caso a sua própria mãe fosse violada. E também gostava de lhes perguntar, se achavam relevante averiguar, junto de sua mãe, se ela teve prazer.

  2. A violação pode não ser à bruta e até pode demorar um bocado no truca-truca.
    A mulher pode ficar em ponto rebuçado enquanto vai dizendo não, não.

  3. Está lavourada por uma questão de decência e não de censura
    foi uma escolha que baixa consideravelmente o nível deste espaço.
    O Sr. Lavoura é um homem doente.

    1. “é um homem doente.” Francamente Karika. Acha então que por ter opiniões diferentes das suas deve ser internado numa clínica psiquiátrica? Se é doente…. Mas essa nem ao Staline lembrava.

        1. Alguns que estão internados são mais saudáveis do que
          uns quantos perversos que por aí andam em roda livre.

          Festas felizes

    2. Tem razão, Kika, doente e não só, presumo eu, a avaliar pelo modo como ele geralmente fala das mulheres.
      Suponho que se estava a referir ao que ele próprio já experiênciou (num outro buraquinho muito próximo daquele que o comentário refere).
      E o Pedro que me desculpe, mas hoje vou ficar anónima.

      1. “, Kika, doente e não só, presumo eu, a avaliar pelo modo como ele geralmente fala das mulheres.”
        Tem toda a razão, cadeia já opuseram clínica psiquiátrica.

  4. Nem sempre quando consensual, quanto mais sexo violentado.
    Basta ela; amorosa, meiga, doce e consentante lembrar-se da biqueirada que o patife aplicou ao gatinho, para que o prazer se eclipse e a raiva espolete.

      1. Lá isso é! Ou por outra, não é!
        É muito fácil compreender as mulheres. Elas mentiriam muito menos se os homens não perguntassem tanto.
        Como dizia dizia a condessa de Lamotte ao seu amante cardeal de Rohan:
        – Senhor; nunca pergunte a uma mulher por que o ama: limite-se a perguntar-lhe se o ama.

  5. Quem tem poluções nocturnas – fica muito satisfeito com elas, ou a segui a elas?
    Foi por “querer” ? Não se me faço…

  6. Então se eu tiver prazer não é violação? Então e um homem que é violado por uma mulher? É que também existe. Então se ele tem uma eração, que é utilizada para levar a cabo a sua própria violação… ele não é violado, porque tem uma eração, logo, tem prazer… cuidado, ainda passa de vítima a cúmplice da sua própria violação e acaba condenado em coautoria.
    Que estupidez de argumento. Então se eu não quiser uma coisa, mesmo que me dê prazer e alguém me forçar a ter essa coisa, não é crime. Então um gajo que se quer matar, pode ser morto por outra pessoa, porque o gajo quer morrer e quer.
    Que macabro.

  7. Vá-se catar Sr. Lavoura.

    Basta pensar no acto em si “violar” para partir a cabeça ao energúmeno e fugir.

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