Na verdade, parece-me impossível, mas não posso afirmar que nunca aconteceu, por isso, a minha resposta.
Acho assustador haver homens que tentem menorizar a gravidade deste crime. A esses homens, gostava de perguntar se continuariam a pensar assim, caso a sua própria mãe fosse violada. E também gostava de lhes perguntar, se achavam relevante averiguar, junto de sua mãe, se ela teve prazer.
Está lavourada por uma questão de decência e não de censura foi uma escolha que baixa consideravelmente o nível deste espaço. O Sr. Lavoura é um homem doente.
“é um homem doente.” Francamente Karika. Acha então que por ter opiniões diferentes das suas deve ser internado numa clínica psiquiátrica? Se é doente…. Mas essa nem ao Staline lembrava.
Tem razão, Kika, doente e não só, presumo eu, a avaliar pelo modo como ele geralmente fala das mulheres. Suponho que se estava a referir ao que ele próprio já experiênciou (num outro buraquinho muito próximo daquele que o comentário refere). E o Pedro que me desculpe, mas hoje vou ficar anónima.
“, Kika, doente e não só, presumo eu, a avaliar pelo modo como ele geralmente fala das mulheres.” Tem toda a razão, cadeia já opuseram clínica psiquiátrica.
Nem sempre quando consensual, quanto mais sexo violentado. Basta ela; amorosa, meiga, doce e consentante lembrar-se da biqueirada que o patife aplicou ao gatinho, para que o prazer se eclipse e a raiva espolete.
Lá isso é! Ou por outra, não é! É muito fácil compreender as mulheres. Elas mentiriam muito menos se os homens não perguntassem tanto. Como dizia dizia a condessa de Lamotte ao seu amante cardeal de Rohan: – Senhor; nunca pergunte a uma mulher por que o ama: limite-se a perguntar-lhe se o ama.
Então se eu tiver prazer não é violação? Então e um homem que é violado por uma mulher? É que também existe. Então se ele tem uma eração, que é utilizada para levar a cabo a sua própria violação… ele não é violado, porque tem uma eração, logo, tem prazer… cuidado, ainda passa de vítima a cúmplice da sua própria violação e acaba condenado em coautoria. Que estupidez de argumento. Então se eu não quiser uma coisa, mesmo que me dê prazer e alguém me forçar a ter essa coisa, não é crime. Então um gajo que se quer matar, pode ser morto por outra pessoa, porque o gajo quer morrer e quer. Que macabro.
Parece não ser “lavourada”. De facto Cristina Torrão responde assim: “Certo, Luís Lavoura, pode acontecer, excepcionalmente.”
Eu não sei!!
O seu apelido escreve-se mesmo com dois is?
Dois is e um ó. Fica assim: ii ó.
E deve ser falado em linguagem livre e progressista: ii ó ii ó ii ó.
Bem me parecia. Só vogais, nada de consoantes.
“escreve-se mesmo com dois is?” Falhou-me o dedo. Tremeliques! É sempre de grande responsabilidade comentar no Delito. Por isso tenho tremuras….
Só com um i? Nem parece o mesmo Silva.
Na verdade, parece-me impossível, mas não posso afirmar que nunca aconteceu, por isso, a minha resposta.
Acho assustador haver homens que tentem menorizar a gravidade deste crime. A esses homens, gostava de perguntar se continuariam a pensar assim, caso a sua própria mãe fosse violada. E também gostava de lhes perguntar, se achavam relevante averiguar, junto de sua mãe, se ela teve prazer.
Melhor não fazer essa pergunta ao comentador Lavoura, Cristina. Não necessitamos de novos contributos para esta secção.
Tem toda a razão, Pedro.
A violação pode não ser à bruta e até pode demorar um bocado no truca-truca.
A mulher pode ficar em ponto rebuçado enquanto vai dizendo não, não.
Consta que isso também costuma acontecer aos anónimos.
“aos anónimos.” Ou anónas,
Não é anónas mas sim anónimas. Os tais tremeliques de dedos.
Mais às anónimas
E aos asnónimos.
Está lavourada por uma questão de decência e não de censura
foi uma escolha que baixa consideravelmente o nível deste espaço.
O Sr. Lavoura é um homem doente.
“é um homem doente.” Francamente Karika. Acha então que por ter opiniões diferentes das suas deve ser internado numa clínica psiquiátrica? Se é doente…. Mas essa nem ao Staline lembrava.
Meu Deus! É Kika e não Karika. Enervo-me sempre que comento no Delito. Peço desculpa.
Alguns que estão internados são mais saudáveis do que
uns quantos perversos que por aí andam em roda livre.
Festas felizes
Coisas de karikas
Tem razão, Kika, doente e não só, presumo eu, a avaliar pelo modo como ele geralmente fala das mulheres.
Suponho que se estava a referir ao que ele próprio já experiênciou (num outro buraquinho muito próximo daquele que o comentário refere).
E o Pedro que me desculpe, mas hoje vou ficar anónima.
Reconfortante.
Festas Felizes cara Anónima. 🙋♀️
“, Kika, doente e não só, presumo eu, a avaliar pelo modo como ele geralmente fala das mulheres.”
Tem toda a razão, cadeia já opuseram clínica psiquiátrica.
Nem sempre quando consensual, quanto mais sexo violentado.
Basta ela; amorosa, meiga, doce e consentante lembrar-se da biqueirada que o patife aplicou ao gatinho, para que o prazer se eclipse e a raiva espolete.
Pergunto-me se ao cunhado do acutilante lho deu o Vento?!
Vá-se lá compreender as mulheres, não é cunhado do acutilante?
“Vá-se lá compreender as mulheres, ” Não é fácil.
Lá isso é! Ou por outra, não é!
É muito fácil compreender as mulheres. Elas mentiriam muito menos se os homens não perguntassem tanto.
Como dizia dizia a condessa de Lamotte ao seu amante cardeal de Rohan:
– Senhor; nunca pergunte a uma mulher por que o ama: limite-se a perguntar-lhe se o ama.
Podes tirá-los da província, mas não consegues tirar a província de eles
Lavoura lê demasiados hentais
(afinal no fundo, no fundo, todas gostam, né)
Quem tem poluções nocturnas – fica muito satisfeito com elas, ou a segui a elas?
Foi por “querer” ? Não se me faço…
Então se eu tiver prazer não é violação? Então e um homem que é violado por uma mulher? É que também existe. Então se ele tem uma eração, que é utilizada para levar a cabo a sua própria violação… ele não é violado, porque tem uma eração, logo, tem prazer… cuidado, ainda passa de vítima a cúmplice da sua própria violação e acaba condenado em coautoria.
Que estupidez de argumento. Então se eu não quiser uma coisa, mesmo que me dê prazer e alguém me forçar a ter essa coisa, não é crime. Então um gajo que se quer matar, pode ser morto por outra pessoa, porque o gajo quer morrer e quer.
Que macabro.
“Então e um homem que é violado por uma mulher?” Bem que gostava …. só que elas não o fazem….
Vá-se catar Sr. Lavoura.
Basta pensar no acto em si “violar” para partir a cabeça ao energúmeno e fugir.