Eu também não. Mas reconheço que passei os últimos 4 anos sob efeito de matérias estupefacientes, portanto a minha memória vale tanto como a palavra do Costa.
Curiosamente, recordo-me de um ex-primeiro ministro que os aconselhava a imigrar, aos professores para Timor e afins, aos enfermeiros para a Nobre Albion. Enfim, a memória é um processo selectivo, já agora Pedro, esse ex-primeiro ministro era de um governo que o caríssimo assessorou, não é?
Paranormal : uma personagem ficcional (?) do sec. XIX, Z.Zagalo, encarna , já no sec. XXI, num cidadão comprovadamente de carne e osso. Valha a verdade que os Abranhos não deixaram de se multiplicar…
Eu também não.
Mas reconheço que passei os últimos 4 anos sob efeito de matérias estupefacientes, portanto a minha memória vale tanto como a palavra do Costa.
Curiosamente, recordo-me de um ex-primeiro ministro que os aconselhava a imigrar, aos professores para Timor e afins, aos enfermeiros para a Nobre Albion. Enfim, a memória é um processo selectivo, já agora Pedro, esse ex-primeiro ministro era de um governo que o caríssimo assessorou, não é?
Paranormal : uma personagem ficcional (?) do sec. XIX, Z.Zagalo, encarna , já no sec. XXI, num cidadão comprovadamente de carne e osso.
Valha a verdade que os Abranhos não deixaram de se multiplicar…
JSP
Pimentel, o verbo descredibiliza-o…
Não só o verbo (imigrar) mas também a intençãozinha, “elegantemente” escondida, mas com o rabo de fora … todo um estilo, mais do que estafado!
Pela boca morre o peixe; aquele senhor morreu pela mão.
não há falta de chuva que afe[c]te a lavoura!