
Hoje lemos: Douglas Adams, “A Longa e Sombria Hora do Chá da Alma”.
Passagem a L-Azular: “Posso não ter ido aonde pretendia ir, mas acho que acabei onde precisava estar.” Mistérios da vida. Deveria ler-se: “Misteriosos são os caminhos da vida, que rumam ao grande oceano do oblívio, na passagem para o desconhecido.”
A vida é assim mesmo. Dê as voltas que der, imponha todos atalhos e veredas que impuser, no fim, acabamos sempre onde precisamos estar. O que importa é que a vivência tenha sido generosa e que a passagem seja breve.
(Imagem Google)

GUIA DEL AUTOESTOPISTA GALACTICO de Douglas Adams
En los remotos e inexplorados confines del arcaico extremo occidental de la espiral de la galaxia, brilla un pequeño y despreciable sol amarillento.
En su órbita, a una distancia aproximada de ciento cincuenta millones de kilómetros, gira un pequeño planeta totalmente insignificante de color azul verdoso cuyos pobladores, descendientes de los simios, son tan asombrosamente primitivos que aún creen que los relojes de lectura directa son de muy buen gusto.
Este planeta tiene, o mejor dicho, tenía el problema siguiente: la mayoría de sus habitantes eran infelices durante casi todo el tiempo. Muchas soluciones se sugirieron para tal problema, pero la mayor parte de ellas se referían principalmente a los movimientos de pequeños trozos de papel verde; cosa extraña, ya que los pequeños trozos de papel verde no eran precisamente quienes se sentían infelices
Ah, sempre o vil metal, que agora nem isso é. Nem sequer papel verde, pardo, ou higiénico. Ou é plástico ou é digital…
no fim, acabamos sempre onde precisamos estar
Ou seja, na cova. Ou, enfim, num jazigo, Ou, talvez, transformados em fumo e cinzas. Ou, numa versão mais moderna, transformados em composto.
Ou, para os crentes, no limbo a aguardar a reencarnação.
Insondáveis são os caminhos do pó.
…. pó pópó pópó pó …. canta o tino.
Bem, caro Alexandre, dependendo da qualidade do pó em questão, pode dizer sem sombra de dúvida que os seus caminhos poderão ser insondáveis.
Os crentes bem podem acreditar no que quiserem, que no fim acabam na cova como todos os restantes. Aquilo em que acreditam em nada altera o seu fim.
Eu, não pretendendo poluir o ambiente, ainda ando a estudar o veículo da mudança de estado.