As melhores praias portuguesas (78)


Pedro Correia,

brejo largo.jpg

 

Brejo Largo (Odemira)

12 comentários em “As melhores praias portuguesas (78)”

  1. Parece uma praia à maneira, exceto que é um pouco difícil de lá chegar.

    Eu sugiro ao Pedro Correia que aqui ponha a praia da minha infância, o Mindelo, que, essa sim, é uma excelente praia. Tem de tudo: uma zona protegida por rochas e com poças, uma zona a norte de mar bravio, e uma zona a sul com uma extensa língua de areia por onde se pode andar dezenas de metros sempre com pé.

  2. Praia do Brejo Largo d’ “As melhores praias portuguesas” ?
    Mas melhor, comparando com quais ?
    Trata-se de uma praia selvagem, sem acessos e nem sequer frequentada. Só pode ser comparada com outras praias selvagens, e então o postal será “As melhores praias selvagens portuguesas” .
    Eu que o diga. Para os lados da Longueira fui lá meter o nariz 1996, ficando com o carro atolado na areia pelo caminho. Depois fui até à praia, mais à frente, a arranjar ajuda, sem haver ninguém naquele extenso e calmo areal para chamar e fiquei aflito.
    Com uns ramos consegui manobrar o carro e regressar, não sei ouvir a explicação ‘atã nã lhe disse q’nã havia ninguém’.
    Agora deve ter alguns visitantes em dias de folga das estufas que por lá nasceram, bem mais lucrativas que os banhistas exigentes.

      1. ahahahah!!!!
        pois, pois vamos esperar ser escolhida dos nepaleses, paquistaneses e indianos para assim ficar longe de olhares dos cristãos para as suas mulheres.

        1. Não percebi essa confusão entre geografia e crenças religiosas.
          Na Índia, por exemplo, há milhões de cristãos.
          Não percebi, sobretudo, o que tem essa arenga a ver com estes postais sobre praias portuguesas.
          Nada a ver entre uma coisa e outra.

          1. “Calma.
            Estamos no século XXI “
            Quer dizer que podemos muito bem ver casais de nepaleses, indianos e paquistaneses nessas nossas praias selvagens, que por razões de emprego essa gente passou a conhecer. Não parecem ser cristãos os imigrantes a trabalhar nas estufas do sudoeste alentejano, então podem muito bem vir a ser banhistas dessas praias selvagens escondidas aos nossos simples olhares para as suas mulheres, mesmo vestidas da cabeça aos pés.
            Só isto.

          2. Nada disso, não está a perceber o que quero dizer.
            É a resposta a “Estamos no século XXI” , que eu entendi como muito bem pode acontecer com a “sedentarização” daquela gente asiática e a chegada das suas famílias com hábitos culturais muito diferentes que foram sendo alterados.
            E em vez de praia de nudismo passa a ser praia de tudo vestido, o que já acontece em praias de países muçulmanos.
            Em meados dos anos 1960s também as nossos fatos de banho H/M reduzidos traziam mirones locais às praias da região.

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