«A instituição adiantou que mais uma vez voltou a recorrer desta decisão». O caso deverá estar concluído daqui a menos de dez anos, mas isto é apenas um palpite.
Justiça em tempo útil
jmmcc,
«A instituição adiantou que mais uma vez voltou a recorrer desta decisão». O caso deverá estar concluído daqui a menos de dez anos, mas isto é apenas um palpite.
Tu e a tua mania de usar oximoros nos títulos dos posts , João.
É o normal, ontem era para ser o julgamento de um homem que já devia estar preso há muito mas o julgamento voltou a ser adiado, desta vez porque o juiz estava doente. Perguntaram para quando fica marcado então e a resposta que deram foi “ele está sem a agenda com ele, depois serão contactados”.
É um descanso. Para quem não tem a consciência tranquila, claro. Mas não se esqueça de que só deve estar preso quem tiver sido dado como culpado e condenado.
Eheheh… Este país é uma inspiração, Rui.
Para tal previsão, é porque … já consultou o processo.
E trinta anos? Que factos suportam? Tal vez cinco, ou cinquenta?..
Não diga que é o habitual…pois milhares de sentenças são dadas por ano e não aparecem nas “notícias”… e não sabem o tempo .
Generalidades, pois.
Errado. Nem previsão, nem factos, nem hábito, nem generalidades. Está lá escrito: palpite. Qual foi a palavra que V. não percebeu?
Percebi. O que você não percebeu é tão simples quanto isto:
E porque não palpita que o caso vai ser solucionado em dez meses?
Isto é, o que você tem em mente é o resultado do que diz, tornando como referencialidade “o palpite”(a desculpa), mas o significado do que diz é claro: para degradar, dizer por dizer…e sempre mal, é a saga…
Porque não diz que sabe que, realizado no 5º juizo cível, é de justiça cível que se trata? Porque não diz que decorre da notícia que os ofendidos recorreram após um processo crime à acção civel como faculta a lei …e no prazo aludido no art. 498 CC?
Mais, porque razão não critica o que está na lei, p. ex. art. 712 cpc, 655cpc?
Percebi tudo, meu caro. E a minha resposta ainda é mais simples: não satisfaço tudo quanto V. diz e não adianto outros aspectos do caso que V. refere para não confundir.
Em suma: apenas quis salientar que o caso já leva dez anos e que ainda não se sabe quando será concluído. É tudo.
E a ASJP, já disse alguma coisa?
Ainda não. A ASJP é muito tímida.
A ASJP tem mais que fazer do que andar a comentar tudo o que os “noticiadores” escolhem, no seu tempo, e de acordo com critérios que vêm das redacções.
Por outro lado, apesar da beca de côr preta, o juiz não é bruxo…e a ASJP também não.
Por exemplo, para a longevidade da acção pode ter contribuído vários factos:
— o facto de advogado da família do estudante ter intentado a acção passados 3 anos, ou mesmo 5, ou até menos ou mais…a própria not´cia não é esclarecedora.
–um atraso do juiz seja da Relação seja da 1ª instância;
–algum incidente legal;
Em suma não o sabemos, …não dizemos…um silêncio wittgensteiniano.
Escusa de tentar explicar-me como é a ASJP, que eu conheço bem.
Já agora: não trabalho em redacções e tenho aquele hábito estranho de dizer o que entendo quando entendo.
A propósito: esqueceu-se de tomar o calmante ou é impressão minha?
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Carríssimo, você é inteligente, cinja-se ao objecto, e deixe de cumprir a velha regra de Lénine, o qual em 1907, escrevia que deveria destroçar-se o adversário pelo insulto, pela diminuição, ou humilhação. Para quem gosta de “novidade”, mas já os gregos nos 500 a.c. o sabiam…
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Mas satisfazendo a sua curiosidade posso garantir-lhe que não tomo.
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Sendo uma impressão sua impõe-se um dever de cuidado em não aderir ao solipsismo colectivo, a sua impressão (porque não formada em factos, a não ser a tradução do debate, e que todos enriquece e que demos) é afirmativa, …mera impressão, inidónea a julgar.
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Um grande Bem Haja. Cordialmente.
Acho que V. descobre sozinho o que mantenho da conversa, entre aquilo que é sério e o que é irónico. O insulto é que não faz o meu género, mas sei que V. sabe disso.
Um abraço.