“As explicações com a aparente cumplicidade de fontes anónimas da PSP, que se apressaram a dar uma versão benevolente dos factos, tentam fazer o controlo de danos. Mas olhando para o curriculum de Pinto da Costa, é muito difícil conceder benefícios de dúvida…”
Isto não foi escrito no Jornal do Benfica, nem na sua sucursal que se vende a 80 cêntimos e se apelida de jornal desportivo. Foi escrito no “Público”, um jornal que pretende ser credível, por um jornalista que assina P.F. mas presumo sofra de dislexia.
Um jornal que criou uma novela de Verão com base em fontes anónimas,não tem legitimidade para fazer juízos de valor sobre outras fontes.
Um jornalista não pode escrever na última página uma série de atoardas tendenciosas, pondo em causa fontes anónimas da polícia, quando a notícia do mesmo jornal, ( página 9) fala de “fonte oficial da PSP”.
Nenhum jornalista, mesmo só com meio neurónio, invocaria o curriculum de PC para colocar em causa a versão oficial da polícia sobre um acidente provocado pelo motorista do presidente do FC. Porto. Isso não é jornalismo, é má fé!
Nenhum jornal que se serviu de um assessor cobardolas do PR, para incendiar as relações entre PR e PM e vender mais alguns exemplares, tem o direito de fazer as insinuações que este P.F. faz, nem de escrever uma notícia sobre um atropelamento que não existiu ( saberá AAM o significado de atropelar?) como se pode ler na própria notícia que AAM redigiu: “ sendo atingido ( o repórter) pelo espelho retrovisor do lado direito, que lhe provocou a queda”.
Quando se escreve em jornais é preciso ter a noção do rigor. Um jornalista não pode escrever atoardas, só porque lhe dá jeito e, quando escreve uma notícia, deve evitar contradições, para evitar cair no ridículo. Já agora, devia saber que ao associar por três vezes – numa notícia de meia dúzia de linhas – o nome de Pinto da Costa ao “atropelamento”, só porque ele ia na mesma viatura, está a ser insidioso e a prestar um mau serviço ao jornalismo. Se quer emitir opiniões, ou fazer juízos de valor sobre um acontecimento em vez de escrever notícias, o melhor é criar um blog.
*Não utilizo a expressão “jornalismo de cano de esgoto” para não ofender alguns leitores mais puritanos.

Desde há algum tempo que é o jornal Público que suja o peixe e não o peixe que suja o jornal. Mas a decadência começou há anos. Agora andam também a explorar um truque no google news : http://pensasmal.blogspot.com/2009/08/jo rnal-publico.html
Infelizmente não é só no Público que existe este jornalismo opinativo, que procura moldar as opiniões das pessoas em vez de contribuir para o seu esclarecimento. É um mal geral no jornaismo português.
“jornalismo opinativo” é um nome muito generoso.
Não lhe chamo jornalismo. E até já fui ler a ficha técnica do “jornal”, têm-se em grande consideração, excessiva até.
Meu caro Carlos, como deixei num comentário no post abaixo, nem sequer li o Publico, que alias deixei de ler há muito, e por mim pode utilizar à vontade a expressão jornalismo de cano de esgoto porque na minha opinião é nisso que aquele jornal se tornou. Uma cena destas oferecida ao Publico, é o mesmo que perguntar a um cego se quer ver. Esfregam logo as mãos e toca de malhar até porque lhes dá jeito, aproveitando para fazerem aleivosas associações políticas. Mas aquele não é o comportamento que se espera de ninguém , muito menos de uma figura publica com a relevância do Sr. Pinto da Costa. Eu não acredito que ninguém naquele carro não se tivesse apercebido de nada. Não acredito.
Sou azulona assumida. O CBO sabe. Mas tenho de concordar consigo em tudo. Nas considerações que faz sobre o jornal O Público, que deixei de comprar há já bstante tempo, e nas considerações que faz sobre o comportamento dos ocupantes do carro. Mesmo que imaginassem que não tinha sido nada grave, ainda assim deveriam ter parado e tratado do assunto de maneira conveniente. Aliás, este é o tipo de comportamento que além de ser eticamente reprovável é estúpido. Afinal quem aproveitou com o incidente?
Mais do que uma crítica ao jornal, o que eu faço,Maria do Sol, é uma crítica a um certo tipo de jornalismo que me enoja e hoje medra na imprensa portuguesa. Recomendo-lhe a leitura da notícia que linkei no post acima e a maioria da imprensa silenciou.
Percebo Carlos. Por isso eu escrevi “este é o tipo de comportamento que além de ser eticamente reprovável é estúpido. Afinal quem aproveitou com o incidente?” É o tipo de pretexto completamente escusado, havemos de concordar.
Claro que concordamos.
Mas só concordamos. Nada de empates técnicos para não irritarmos o Pedro Correia. eheheh
:))))
Também já escevi, no post abaixo, que o motorista devia ter parado. O que ponho em causa é a forma opinativa como o assunto tem sido tratado na imprensa. E, como digo num post acima, não percebo porque é que o caso ocorrido com o presidente do SLB foi silenciado por quase toda a imprensa.
Quanto ao resto, cncordo consigo
Você é jornalista? e odeia assim tanto o ´PUBLICO’? trabalham lá colegas da sua profissão
Ele é jornalista? E a Comissão da Carteira sabe disso?
Trabalham jornalistas no Público ??
Olhe que de vez em quando dou uma olhada.. não acredito que tenha.
O Jornalismo do Diario de Noticia é que se recomenda…
uma pessoa lê o DN e so pode chegar à simples conclusão, que grande parte dos jornalistas que la trabalham, liderados pela ICONE da insenção no jornalismo , fernanda cãncio, só servem para limpar o “rabinho” a Socrates…
Já não é ao Pedro Passos Coelho? Ah!… Essa cabecinha de vento…
ahahahahah
Tiro no porta-aviões, João!
Escusado especular sobre a doença que o acomete – Portite aguda e cega
Viva a bola que é redonda.