O jornalismo é muito mais do que isto. E isto são apenas artigos de opinião. No jornalismo sério, o jornalista relata factos, não emite opiniões. Investiga, não manipula dados. Dá voz ao contraditório, questiona a opinião dominante. Mas acima de tudo, informa, não influencia. O jornalismo neste momento, salvo raras excepções, é apenas uma correia de transmissão da ideologia que o suporta. A pandemia é um exemplo. Não há um único artigo em que a informação seja dada de forma isenta. Comparação de dados de universos diferentes, utilização de falácias e obtenção de resultados através de premissas falsas, é hoje a matriz do jornalismo pandémico.
sim , todos os merdia sofrem do vírus da ignorância , correcta a capa da publicação. ignoram em primeiro lugar que para se fazer ciência os dados a estudar têm de ser correctos e válidos e reflectir verdadeiramente o que se pretende deles , ora , no caso covidesco não há nada nada disso.: não se sabe quantas pessoas foram infectadas ( teriam de fazer teste a todos , não se sabe quantos morreram efectivamente do vírus , teriam de fazer autópsias posto que sofriam de doenças prévias graves ) . toda esta palhaçada revela grande ignorância e sobretudo , ingenuidade. os estudos “cientificos” sobre covid lembram-me os que fiz na faculdade aldrabando dados. e é isto.
Concordo com o que foi escrito pelo Lucklucky, o Carlos Sousa e a Marina. Acresce ainda o facto que em ciência ser normal haver opiniões divergentes (porque os dados são quase sempre insuficientes para provar o que quer que seja). Só depois da aquisição de uma grande quantidade de dados e de dados de melhor qualidade se chegam a consensos ditos científicos (e alguns destes consensos são posteriormente postos em causa com a aquisição de novos dados). O que é arrepiante neste jornalismo Covid é o facto de os jornalistas fazerem campanha por um dos lados num assunto completamente fora das suas competências técnicas. Eu pergunto-me como é que um jornalista pode saber se a vacina tem consequências a longo termo para a saúde das crianças. Eu considero inverosímil que um médico possa saber isto, mas posso até aceitar a sua “educated guess”. Mas não vejo que um jornalista tenha moral para chamar os outros de negacionistas, quando é ele que nega a relevância do seu papel na sociedade. Era suposto o jornalismo ser o quarto poder. Pois era…
Canto do cisne 🦢
É também isto.
“No evidence linking COVID-19 vaccinations for children and fertility issues later in life”
Para mostrar como nem pensam sobre o que escrevem.
O jornalismo é muito mais do que isto. E isto são apenas artigos de opinião.
No jornalismo sério, o jornalista relata factos, não emite opiniões. Investiga, não manipula dados. Dá voz ao contraditório, questiona a opinião dominante. Mas acima de tudo, informa, não influencia.
O jornalismo neste momento, salvo raras excepções, é apenas uma correia de transmissão da ideologia que o suporta.
A pandemia é um exemplo. Não há um único artigo em que a informação seja dada de forma isenta.
Comparação de dados de universos diferentes, utilização de falácias e obtenção de resultados através de premissas falsas, é hoje a matriz do jornalismo pandémico.
sim , todos os merdia sofrem do vírus da ignorância , correcta a capa da publicação. ignoram em primeiro lugar que para se fazer ciência os dados a estudar têm de ser correctos e válidos e reflectir verdadeiramente o que se pretende deles , ora , no caso covidesco não há nada nada disso.: não se sabe quantas pessoas foram infectadas ( teriam de fazer teste a todos , não se sabe quantos morreram efectivamente do vírus , teriam de fazer autópsias posto que sofriam de doenças prévias graves ) . toda esta palhaçada revela grande ignorância e sobretudo , ingenuidade. os estudos “cientificos” sobre covid lembram-me os que fiz na faculdade aldrabando dados. e é isto.
Concordo com o que foi escrito pelo Lucklucky, o Carlos Sousa e a Marina.
Acresce ainda o facto que em ciência ser normal haver opiniões divergentes (porque os dados são quase sempre insuficientes para provar o que quer que seja). Só depois da aquisição de uma grande quantidade de dados e de dados de melhor qualidade se chegam a consensos ditos científicos (e alguns destes consensos são posteriormente postos em causa com a aquisição de novos dados).
O que é arrepiante neste jornalismo Covid é o facto de os jornalistas fazerem campanha por um dos lados num assunto completamente fora das suas competências técnicas. Eu pergunto-me como é que um jornalista pode saber se a vacina tem consequências a longo termo para a saúde das crianças. Eu considero inverosímil que um médico possa saber isto, mas posso até aceitar a sua “educated guess”. Mas não vejo que um jornalista tenha moral para chamar os outros de negacionistas, quando é ele que nega a relevância do seu papel na sociedade.
Era suposto o jornalismo ser o quarto poder. Pois era…